| Muito se disse, muito se discutiu sobre a
Nova Era de Aquário, que se iniciou em 4 de Fevereiro
do ano de 1962.
Certas organizações pessimamente
informadas sobre astrologia supõem que a Era de Aquário
começou antes do dia 4 de fevereiro de 1962.
Outras congregações pseudo-ocultistas estão
ainda aguardando que se inicie a Era de Aquário.
Muitos supõem que a Era de Aquário
se iniciará depois do ano 2000, baseados em que somente
em cada 2 mil anos o Sol passa de um signo zodiacal a outro.
Os que assim opinam crêem firmemente que Jesus nasceu
no ano 1º de Peixes, ou alguns anos antes, durante a
Era de Áries. Realmente, ainda que se diga que Jesus
nasceu fisicamente há 1962 ou 1963 anos, isto é
só uma opinião, porque em verdade ninguém
sabe com absoluta segurança em que ano Jesus nasceu.
Assim, baseado no nascimento de Jesus é impossível
saber quando começa a nova Era de Aquário.
Seria impossível saber a data em que se inicia a nova
era, se não tivéssemos o Livro do Zodíaco
em nosso poder. Se abrirmos este livro, nele encontraremos
uma lâmina maravilhosa, um mapa cósmico esplêndido.
Este é o mapa cósmico do dia 4 de fevereiro
de 1962.

Cada vez que se inicia uma nova era, os sete planetas se
reúnem em pleno congresso cósmico em tal ou
qual signo zodiacal. Assim sucedeu no passado, assim sucederá
no futuro, assim sucedeu no dia 4 de Fevereiro de 1962. Foi
maravilhoso o congresso cósmico do dia 4 de Fevereiro
de 1962. Todos os astrônomos puderam estudar este grande
acontecimento cósmico, todos puderam comprovar de forma
matemática que esta formidável conjunção
realizou-se na Constelação de Aquário;
todos o viram, todos o comprovaram com seus telescópios
e seus cálculos.
Temos que reconhecer que os astrólogos da Índia
se equivocaram lamentavelmente acreditando que tal conjunção
de mundos realizar-se-ia na constelação de Capricórnio.
Precisamente baseados nesse cálculo errôneo
profetizaram o fim do Mundo para essa data.
Em nossa Mensagem do Ano 1 da Era de Aquário, advertimos
que os que assim pensaram e profetizaram converter-se-iam
em motivo de riso do mundo inteiro. Citaremos a propósito
os seguintes parágrafos da mencionada mensagem: "Os
astrólogos que supõem que dita conjunção
realizar-se-á no signo de Capricórnio e não
no de Aquário, ficarão de fato confundidos e
envergonhados diante dos sábios astrônomos dos
quatro pontos cardeais da terra".
"Existem por aí muitos pseudo-astrólogos
ignorantes que supõem que na mencionada data de 4 de
Fevereiro acabar-se-á o mundo. Esses são os
que desacreditam a Astrologia, esses são os charlatães."
Os fatos nos deram a razão porque a lógica
estava do nosso lado.
Os hindus disseram que a Deusa Kali salvou o mundo. Os jornalistas,
que sabem tirar proveito de tudo, disseram que a Deusa Kali
salvou o mundo, mas não salvou os astrólogos.
Assim, com todos esses erros nos cálculos se tem desacreditado
miseravelmente uma ciência tão antiga como o
mundo. Isso é realmente lamentável.
A realidade, a crua realidade, é que já estamos
na Era de Aquário. Esta era é governada pelo
explosivo Urano, senhor da Casa de Aquário. Inevitavelmente,
virá uma transformação total em toda
essa ordem de coisas. A Ciência, a Filosofia, a Arte
e a Religião deverão unir-se totalmente à
luz da Gnose.
A Política passará por tremendas transformações,
as guerras atômicas inevitavelmente produzirão
muitos cataclismos e por fim um espantoso e terrível
cataclismo planetário, que acabará com a Raça
Ária.
Este acontecimento não será o primeiro nem
tampouco o último. Recordemos a humanidade Atlante
e o Continente Atlante. As tradições arcaicas
dizem que os Atlantes serviam-se de uma força misteriosa
chamada VRIL, cujo abuso provocou a revolução
dos eixos da Terra, a mudança do leito dos oceanos
e a submersão da Atlântida. Esta energia,
este Vril, é a mesma energia atômica.
A desintegração do átomo provocará,
em grande escala, a decomposição do átomo
em cadeia, resultando disso o retrocesso do planeta Terra
até o seu passado arcaico. Desde o remoto passado a
natureza veio trabalhando com as forças de coesão
molecular, agora nós trabalhamos com sua antítese,
as forças de desintegração atômica,
o que significa regresso para o caos, regresso para a nebulosa
e, por consequência, a atualização dos
cataclismos arcaicos.
Os fatos concretos estão nos dando razão, a
lógica está do nosso lado. Por todas as partes
está tremendo a terra. Há tremores na América,
na Europa, no Oriente Médio, na Ásia, na África,
na Oceania, nos fundos dos mares etc. Surgem espantosos ciclones
que arrasam as cidades, nascem por todas as partes crianças
monstros, aparecem enfermidades desconhecidas que a ciência
não pode curar: tudo isso é o resultado das
explosões atômicas.
Felizmente, os cientistas ainda não puderam dividir
o elétron. Infelizmente, por fim o conseguirão,
isto sim será mais grave. Quando o conseguirem, a destruição
será pavorosa e alcançará até
o mundo mental. Consequentemente, o terror infinito reinará
soberano no planeta Terra. A entrada do Sol em Aquário
é maravilhosa e terrível ao mesmo tempo. Urano
é explosivo e tremendamente revolucionário,
e o animal intelectual chamado homem não está
preparado para manejar semelhante tipo de forças tão
explosivas e revolucionárias.
Qualquer má quadratura ou conjunção
planetária no futuro poderá ser suficiente para
que o homem se identifique totalmente com o raio negativo
de Urano, e seguramente resultará disso a guerra atômica,
a qual provocará o grande cataclismo planetário,
depois de certo período de terremotos espantosos e
horríveis acontecimentos.

Os homens que não querem a guerra têm trabalhado
pela paz desde os antigos tempos, mas todo seu esforço
foi inútil.
Todas as campanhas pela paz são inúteis.
Toda propaganda pela paz é nula. Realmente, todas as
conferências e tratados de paz não são
mais do que hipocrisia e preguiça mental daqueles que
não querem trabalhar em si mesmos para conseguir a
paz interior.
A guerra resulta de muitas causas que o homem ignora; algumas
dessas causas estão dentro do homem, outras estão
fora dele. As guerras devem-se a influências planetárias,
a forças cósmicas, bastando qualquer má
posição dos astros, ou qualquer catástrofe
cósmica, para que milhões de homens se lancem
à guerra. O homem não é capaz de
resistir a essas forças cósmicas, porque francamente
ainda não é homem. Se fosse homem de verdade,
resistiria a essas tremendas forças cósmicas
e então não haveria guerras. No entanto, infelizmente,
o homem não é capaz de FAZER nada. O chamado
homem é tão-somente uma máquina movida
por forças cósmicas.
Só o SER pode FAZER e o chamado homem ainda não
possui o SER. O homem só têm em seu interior
o EU e este não é o SER. Devemos distinguir
entre o EU e o SER. O EU é múltiplo, é
LEGIÃO. O SER é ÍNTEGRO, UNITOTAL.
O EU é formado por milhares de pequenos "eus"
separados uns dos outros, que geralmente se desconhecem uns
aos outros, e até combatem-se mutuamente. O homem é
uma pluralidade e seu verdadeiro nome é LEGIÃO.
O chamado homem ainda não tem uma Individualidade realmente
definida. O chamado homem ainda não tem um SER PRÓPRIO,
singular; o homem está dividido em legião de
pequenos "eus".
Esses “eus” lutam pela Supremacia, cada um deles
querendo ser o senhor; cada desejo, o calor, o bom tempo,
o frio, cada pensamento, dá nascimento a novos "eus".
Trazemos os fatores da guerra dentro de nós; os eus
da cobiça, da crueldade, do egoísmo, do ódio,
etc., estão dentro do próprio homem. Quando
estes eus forem dissolvidos à base de compreensão
e santidade, quando o homem possuir o Fogo Sagrado, então
terá encarnado seu verdadeiro Ser. Somente o Ser pode
sobrepor-se às más influências planetárias.
Somente o Ser pode controlar essas forças cósmicas
que produzem a guerra.
Só quem possui o Ser pode ser chamado Homem de verdade.
Infelizmente, o animal intelectual é uma máquina
adormecida, controlada pelas influências catastróficas
do Cosmo. Toda máquina responde à força
que a move. Milhões de animais intelectuais se lançam
à guerra movidos por forças secretas que eles
desconhecem. Nestas condições, é claro
e lógico pensar que as forças explosivas de
Urano têm que trazer guerras atômicas inevitáveis.
Os fatos concretos demonstrarão nossas afirmações.
O mais grave é que nenhuma propaganda pela Paz dará
resultados. Nenhuma organização que trabalhe
pela Paz poderá dar bons frutos.
As mais respeitáveis organizações que
laboram pela Paz, em nome da Paz declararam a guerra. E então?
Em que ficamos?
Atualmente existem no mundo exércitos de paz em plena
guerra. Isto é trágico e horrível, porém
verdadeiro.
Temos de enfrentar o problema da paz de outro ângulo
totalmente diferente. Devemos focalizar o estudo do homem
em forma franca, sincera e definitiva, se é que realmente
queremos a paz. Somente conseguindo a verdadeira PAZ INTERIOR
podemos sobrepor-nos às influências que causam
a guerra.
O Movimento Gnóstico, compreendendo o que significa
entrar na Constelação de Aquário, se
propõe a criar uma nova ordem que esteja em sintonia
com Urano, em forma harmoniosa, clara e definitiva.
O Movimento Gnóstico pretende criar uma nova era de
PAZ CONSCIENTE.
O Movimento Gnóstico luta pela AUTO-REALIZAÇÃO
ÍNTIMA do homem, porque compreende que somente com
a auto-realização íntima pode o homem
se sobrepor às influências cósmicas adversas
que causam a guerra.
O Movimento Gnóstico está formando um novo
grupo de homens verdadeiramente capazes de lutar contra a
barbárie humana. Todos aqueles que entrarem no Movimento
Gnóstico se converterão em verdadeiros paladinos
da paz, após conseguirem suaauto-realização
íntima.
A auto-realização íntima é a
única coisa que pode nos dar paz verdadeira.
A entrada do Sol em Aquário exige auto-realização
íntima. Necessita-se urgentemente de uma congregação,
ou melhor dito, um novo grupo de homens realmente auto-realizados
para estabelecer uma nova ordem e salvar o mundo.
A Grande Loja Branca do Tibet secreto vai tentar uma nova
era de paz, e o Movimento Gnóstico é o veículo
de expressão fundado pela Loja Branca Gnóstica
para este propósito e finalidade. A Humanidade está
totalmente perdida, mas a Loja Branca do Tibet secreto se
propõe fazer um último esforço a fim
de salvar os perdidos. Isto é semelhante ao doente
que já está a ponto de morrer, e que, entretanto,
o médico lhe dá medicamentos e faz o que pode,
mesmo quando o caso já esteja PERDIDO.
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