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O importante
para todos nós é chegar a saber que nos encontramos
com a consciência adormecida. É lamentável
que vocês ainda não conheçam o planeta
em que vivem. Como poderia alguém conhecê-lo,
se não conhece a si mesmo?
O mundo que estamos vendo, na verdade não é
como se vê. Quando conseguirem o despertar da consciência,
vocês verão o mundo completamente diferente.
Hoje em dia, não o conhecem; sonham que é assim
como o estão vendo. Os vales, as montanhas, os mares,
as colinas as grandes cordilheiras, não são
assim como estão vendo; são diferentes.
Acontece que todos têm a consciência em estado
de sonho, logo, vêem o mundo através desse estado
de sonho. Quando vocês despertarem do estado em que
se encontram, descobrirão que tudo é diferente.
Se as pessoas tivessem a consciência desperta, não
fariam guerras no planeta em que vivem. Se as pessoas despertassem
a consciência, não haveria conflitos, lutas entre
os trabalhadores e patrões, entre as várias
nações, entre os diferentes grupos, etc. Se
a humanidade inteira tivesse a consciência desperta,
haveria paz em cada ser vivo e a felicidade reinaria sobre
a superfície da Terra.
Os Evangelhos insistem na necessidade de despertar, mas não
dizem de que maneira despertar. Nós, em nossos estudos
gnósticos, lutamos para que as pessoas conheçam
as técnicas que conduzem ao despertar; não é
muito fácil, porém não é impossível.
A humanidade tem a consciência adormecida desde que
desenvolveu o abominável órgão Kundartiguador.
Tal órgão é um apêndice do corpo
humano, uma projeção de espinha dorsal para
baixo. Trata-se do próprio rabo sinistro que ainda
se vê nos gorilas, chimpanzés e macacos.
Em épocas remotíssimas da história do
mundo, houve uma grande catástrofe. O cometa CONDOOR
chocou-se com o planeta Terra e, como conseqüência
ou corolário disso, houve uma série interminável
de terremotos e de grandes maremotos que através dos
séculos. Foi quando um grupo de cidadãos, comandados
pelo arcanjo Sakaky, vindos de outras regiões do cosmos
infinito, dedicaram-se a estudar o problema.
As possibilidades de vida no planeta Terra diminuíram
consideravelmente; as espécies estavam desaparecendo.
Foi assim que aqueles seres divinos estudaram a questão
e resolveram de fato dar à humanidade o abominável
órgão Kundartiguador. Eis como muitos seres
vivos começaram a nascer com a sinistra cauda dos macacos,
chimpanzés, orangotangos, ou como os queiramos chamá-los.
Como o organismo humano é uma máquina transformadora
de energia, o resultado que esperado foi maravilhoso.
Indubitavelmente, o corpo humano capta determinados tipos
e subtipos de energia cósmica e os transforma automaticamente
para retransmiti-los às camadas interiores do organismo
planetário em que vivemos. Qualquer transformação
que aparecesse no corpo físico humano faria variar
o tipo de energia transformada. Foi assim como se conseguiu
que a energia cósmica, proveniente do Magalocosmos
infinito, dentro do corpo humano, se convertesse em força
lunar amplamente definida. Tal força, retransmitida
às camadas interiores da Terra de forma coletiva ou
em massa, deu como resultado a estabilização
de nosso mundo. Cessaram os terremotos e se fez possível
viver sobre a superfície da Terra.
Infelizmente, meus queridos amigos, tenho de lhes dizer que
o arcanjo Sakaky e sua altíssima comitiva erraram nos
cálculos matemáticos transfinitos e, como resultado,
sobreveio um grande fracasso. É óbvio que se
esse órgão tivesse sido extirpado do corpo humano
no seu devido tempo, nada do que mais tarde aconteceu teria
acontecido. A humanidade possuiu esse abominável órgão
durante muito tempo.
Quando o Arqui-quimico-fisico-comum Loisos, depois de muitos
séculos, interveio eliminando da espécie humana
aquele apêndice das abominações, já
era demasiado tarde, porque restaram nos cinco cilindros da
máquina humana as más conseqüências
do órgão Kundartiguador.
Essas conseqüências são os agregados psíquicos
que carregamos em nosso interior e que são conhecidos
como ira, cobiça, luxúria, inveja, gula, orgulho,
preguiça, etc. Como disse Virgílio, o poeta
de Mântua: Ainda que tivéssemos mil línguas
para
falar e paladar de aço, não conseguiríamos
enumerar todos os nossos defeitos cabalmente. Assim, dentro
dos agregados psíquicos ficou enfrascada a consciência,
a nossa Essência, a qual desde então se processa
de acordo como o seu próprio engarrafamento.
Com justa razão, podemos afirmar de forma enfática
que os seres humanos acham-se hipnotizados em massa, estão
todos com a consciência profundamente adormecida.
Ninguém se dá conta da hipnose geral até
que assiste a uma sessão de hipnotismo. Ali, a força
hipnótica flui de forma precipitada e violenta; é
quando nos damos conta de sua existência. Quando esta
força se precipita, a reconhecemos e percebemos que
existe, mas isso só é possível numa sessão
de hipnose.
Mas, na realidade e de verdade, não é necessário
assistir ou apelar para uma sessão de hipnose para
saber que a força hipnótica existe. Observem
as pessoas nas ruas e poderão evidenciar por si mesmos
que a humanidade está hipnotizada, o que é lamentável.
Seria absurdo supor que uma pessoa dirigindo seu carro, estando
desperta, atropele ou assassine aos outros. Há muitos
anos que dirijo automóveis e nuca tive necessidade
de atropelar ou assassinar sequer um animalzinho, porém
tenho encontrado muitos animais mortos por atropelamento.
Quem são os que fazem isso? Se fosse uma lei que se
tem de atropelar as criaturas que vivem sobre a superfície
da Terra, então este que está aqui presente
(Samael Aun Weor) já teria tirado a vida de muitas
criaturas inocentes, mas jamais o fez.
Há pouco tempo, na cidade do México, deu-se
o caso de um sujeito (cujo nome omito) atropelar três
crianças que atravessavam uma via pública. O
sujeito em questão fugiu, mas no final o remorso triunfou
nele e apresentou-se às autoridades.
Para sair livre, teve que pagar uma fiança, é
claro. Porém, por que atropelou as crianças?
Não há nada que possa justificá-lo.
Alguém poderia dizer que sim, que há alguma
razão... Mas eu respondo: Não há justificativa.
Repito: há muito tempo que dirijo automóveis
e nunca tive necessidade de atropelar crianças: Então,
por que o fazem?
Neste momento, não estou condenando aquele homem: longe
esteja de mim condenar alguém. Quero unicamente trazê-lo
como exemplo, para dizer de forma enfática que todos
os seres humanos estão hipnotizados. Se aquele cavalheiro
não estivesse hipnotizado, de modo algum teria cometido
o crime. Sem querer exagerar, devo dizer que todos os seres
humanos, menos os Mestres de infinita sabedoria, que povoam
a superfície da Terra estão em estado de hipnose.
Por que estão assim?
Na realidade e em verdade, a causa radical de tal hipnose
em massa ou coletiva é o abominável órgão
Kundartiguador.
Ainda ficou no organismo humano uma partícula incipiente
de tal órgão, e isso ninguém pode negar.
Quero me referir claramente a esse resíduo ósseo
do final da espinha dorsal, esse resíduo que ainda
conserva poderes hipnóticos. Tal partícula óssea
incipiente ainda pode cristalizar as más conseqüências
em cada um de nós, ainda pode conseguir que pensamentos
negativos ou desejos se convertam em novos agregados psíquicos
inumanos e indesejáveis como os que carregamos em nosso
interior.
A consciência está enfrascada dentro dos múltiplos
elementos, está em estado de hipnose, e manifesta-se
de acordo com o seu próprio engarrafamento.
Não estou exagerando quando digo a vocês que
não vemos o mundo tal e qual é. Quando alguém
consegue destruir esses elementos psíquicos que carregamos
em nosso interior, percebe o mundo de forma diferente, observa-o
em sete dimensões e não em três, conhece
sua mecânica, sabe que está organizado de forma
similar ao homem real, sabe que tem sete maravilhosos corpos,
etc.
Realmente, nosso planeta Terra tem sete corpos, ela não
é unicamente a matéria física, como supõem
os fanáticos materialistas. Nosso mundo tem um corpo
vital graças ao qual a vida pode existir sobre a sua
superfície. Digam aos cientistas para que fabriquem
um simples vegetal, uma simples erva qualquer, com os elementos
puramente físico-químicos, e verão o
fracasso. Construíram poderosos aviões que cruza
o espaço com capacidade para mais de 400 passageiros,
construíram foguetes que desceram na Lua, dispararam
sondas a Marte e a Júpiter, guiam enormes vapores através
do oceano, criam submarinos atômicos, como o Náutilus,
que pode navegar sob o gelo dos pólos, mas nenhum deles
conseguiu criar uma semente vegetal capaz de germinar.
Em certa ocasião, discutiam um materialista ateu, inimigo
do eterno Deus vivo, e um religioso. Discutiam sobre aquele
famoso tema: quem nasceu por primeiro, o ovo ou a galinha?
Um deles dizia: Foi o ovo, é claro. E quem botou o
ovo? Resposta:
Saiu do buraco, etc., etc. Era um conto de nunca acabar.
Por fim, um pouco impaciente, o religioso exclamou: "Você
poderia fazer um ovo assim como Deus fez"? O materialista
respondeu: "Sim, eu faço".
"Então faça", disse o religioso. E
o materialista fez um ovo igual ao ovo de uma galinha com
gema, clara e casca.
Então o religioso disse: "Já que você
fez o ovo, vamos ver se dele agora sai um pinto; coloquemos
o ovo na incubadora".
"Aceito", disse o materialista. Colocaram o tal
ovo na incubadora, porém dele nunca saiu pinto algum.
O cientista Afonso Herrera, autor da PLASMOGENIA, conseguiu
criar em seu laboratório uma célula que jamais
teve vida.
Hoje em dia, fazem enxertos, enxertam um vegetal com um ramo
de outro, dizem que para "melhorar" os frutos; os
sabichões querem assim corrigir a Mãe Natureza.
O que fazem são tolices. Os enxertos não têm
a mesma força natural e viva do megalocosmos. São
frutos adulterados que vão danificar o corpo humano
do ponto de vista energético. No entanto, os sábios
sentem-se satisfeitos com suas experiências, não
entendem que cada árvore capta certo tipo de energia
que transforma e retransmite aos frutos. Ao alterarem a árvore,
enxertando-a, alteram as energias do megalocosmos, então
esse fruto já não é o mesmo, é
um produto de adultério, que irá prejudicar
o organismo humano. Contudo, eles pensam que sabem, quando
na realidade e de verdade não sabem; não só
ignoram, como o que é pior: ignoram que ignoram. Isso
é o mais grave.
Inseminações artificiais estão sendo
feitas. Extraem de um organismo as células vivificantes,
o famoso zoosperma, e já crêem eles estar criando
vida. Não estão se dando conta de que estão
utilizando aquilo que foi feito pela natureza.
Ponhamos sobre a mesa do laboratório os elementos químicos
necessários para se fabricar um espermatozóide
ou um óvulo e peçamos aos cientista que o façam.
E será que farão ? Eu acho que sim, mas teria
vida esse óvulo ou esse zoosperma? Poderia deles sair
uma criatura viva? Nunca! Jamais!
Os cientista não sabem criar vida. Então, por
que há materialistas que negam a divindade ? Se não
são capazes de criar uma simples semente de planta,
uma semente que possa germinar? Em que base se sustentam para
negar a divindade? Por que se pronunciam contra o eterno Deus
vivo? Está demonstrado e me atenho aos fatos. Pôde
algum materialista criar vida? Quando e onde o demonstrou?
Jogar com o que a natureza fez é coisa fácil,
porém fazer vida é diferente. Não podem
fazê-la... Dividem uma ameba em duas, separam suas partes
numa mesa de laboratório, unem com outro pedaço
de microorganismo e exclamam: Eureka, eureka, eureka, estamos
criando vida. Mas, não são capazes de criar
uma ameba. Onde está a ciência dos senhores materialistas
? Quando demonstraram que podem substituir Deus ? Nunca, jamais...
A realidade dos fatos é que não só ignoram,
como ignoram que ignoram, o que é pior. O que conta
são os fatos e até agora nada demonstraram.
Por exemplo, dizem que o homem, o animal intelectual, vem
do macaco. Saem por aí também com essas outras
teorias do cinocéfalo com rabo, do macaco sem rabo,
do homem arbóreo, filho do neopitecóide, etc.
Mas, onde está o elo perdido? Demonstraram-nos alguma
vez? Em que dia se encontrou um macaco capaz de falar ou dotado
de linguagem? Até agora não apareceu.
Esses senhores materialistas são ridículos,
estão apresentando suposições, e não
fatos. Meçamos o volume cerebral do melhor dos macacos
e depois comparemo-lo com o do homem mais atrasado das tribos
da Austrália ...
O homem vem do macaco? Em que base se sustentam? Como o demonstram?
Onde está o elo perdido? Queremos ver esse macaco falando
como gente. Não apareceu? Então, é uma
suposição, uma tolice que não tem realidade.
Por que falam de coisas que não sabem? Por que tantas
utopias baratas? Simplesmente porque têm a consciência
adormecida. Esta é a crua realidade dos fatos. Estão
hipnotizados.
Os cientistas materialistas saem também com uma outra
teoria: a seleção das espécies. Um insignificante
molusco vai se desenvolvendo e dele saem outras espécies
vivas e assim, através do processo de seleção,
continua até se chegar ao homem, ao animal intelectual.
Demonstrem essa teoria, ou não a podem demonstrar?
Não negamos que haja em cada espécie certos
processos seletivos. Há aves que migram em determinadas
épocas. As pessoas ficam admiradas ao vê-las
todas reunidas, que estranhas se tornam, em seguida levantam
vôo para atravessar o oceano. No trajeto, algumas morrem,
outras sobrevivem à base de lutas; os mais fortes,
aqueles que sobrevivem, transmitem aos seus descendentes determinadas
características. Assim atua a lei de seleção.
Há espécies que lutam incessantemente contra
monstros marinhos e, à força de tanto lutar,
terminam fortes e transmitem tais caracteres a seus descendentes.
Há feras que, de tanto lutar, vão se fazendo
cada vez mais fortes, e transmitem tais características
psicológicas a seus descendentes. É a luta pela
sobrevivência, vencida pelo mais apto. Porém,
jamais vi que de uma espécie saísse outra. Quando
muito, as características da espécie foram melhoradas,
mas que dali saia nova espécie, jamais conheci um caso
sequer durante o curso da história do mundo. Então,
por que os fanáticos materialistas exageram ? Nunca
a seleção natural nos apresentou uma nova espécie
sobre o tapete da existência.
É demais o que se tem falado do protoplasma, e do esoprotoplasma,
que se encontrava submerso no mar salgado de há muitos
milhões de anos. Diz-se que desse protoplasma saiu
a vida universal. Os protistas fazem seus sequazes crer -
tão ignorantes quanto eles - que o desenvolvimento
psicológico do animal intelectual equivocadamente chamado
homem provém do desenvolvimento molecular do protoplasma
e que caminha paralelamente com os processos do mesmo. Querem
que a alma, a consciência, a essência, ou como
quer que a chamemos, sejam o resultado da evolução
do protoplasma através dos séculos. Assim pensam
os protistas, os "modelos" de sabedoria.
Vem-me à memória a famosa monera atômica
de Haeckel, aquele átomo submerso lá no abismo
aquoso, de onde surge toda a vida. Assim pensam o senhor Haeckel
e seus sequazes. Não se dão conta de que a monera
é uma átomo bem organizado e que teve de passar
por diversos processos cósmicos universais.
O fato é que os cientistas, na realidade e de verdade,
não sabem dos mistérios da vida e da morte.
Não sabem de onde viemos, para onde vamos e muito menos
qual o propósito da existência. Por que não
sabem? Simplesmente porque têm a consciência adormecida.
Estão em estado de hipnose coletiva. Hoje em dia, a
ciência materialista segue pelo caminho do erro.
Nada sabe sobre a origem do homem, absolutamente nada.
Não negamos que a lei de seleção natural
exista, mas ela não criou nada de novo. Não
podemos negar que as espécies se modificam através
do tempo, dos anos, mas os fatores de variabilidade de qualquer
espécie só entram em ação depois
que os protótipos originais se cristalizaram no mundo
físico. Os protótipos originais de qualquer
espécie viva se desenvolvem previamente no espaço
psicológico e nas dimensões superiores da natureza,
as quais os cientistas materialistas negam porque não
as percebem, já que estão hipnotizados. Se eles
saíssem primeiro do estado de hipnose e depois falassem,
seus conceitos seriam diferentes. Mas dormem terrivelmente.
Se alguém quiser saber algo sobre a origem do ser humano,
terá de observar a ontogenia, que é uma recapitulação
da filogenia. O que é a ontogenia na antropologia?
É o processo de desenvolvimento do feto no ventre materno.
Se observarmos os processos da gestação de uma
mulher, em uma mãe, evidenciaremos que a ontogenia
é uma recapitulação da filogenia, a qual
por sua vez é um estado de evolução e
transformação pelo qual a raça humana
tem passado através dos séculos.
A ontogenia recapitula esses estados no ventre materno. Uma
análise ontogênica leva-nos a conclusão
lógica de que a espécie humana a as outras espécies
animais têm uma origem parecida e que provêm todas
de um espaço psicológico.
Esta questão da seleção natural, das
diferentes variantes ou fatores que produzem mutações
na raça humana, só entram em ação
depois que as espécies, sejam quais forem, tenham se
cristalizado fisicamente. Antes da cristalização,
ainda existem processos psicológicos evolutivos e involutivos
no seio vivo da Natureza. desconhecidos para os Huxley, Haeckel,
Darwin e seus sequazes, porque na verdade eles nada sabem
sobre a origem do ser humano.
Como é possível que os sábios materialistas
digam que há certas mudanças nos diferentes
tipos de espécies vivas, ocorridas por acidente, ou
por geração espontânea? Por acaso, isso
não será uma contradição? Não
são eles mesmos que dizem que este universo é
o resultado da força, da matéria e da necessidade?
Como é que se contradizem falando de variações
espontâneas em um universo de força e da necessidade?
Será possível isso?
Um universo de força, matéria e necessidade
não admite variações espontâneas
e acidentais. Essas variações nas espécie
existem por alguma razão que eles não conhecem.
A ciência materialista não só ignora,
como ignora que ignora, o que é pior.
A antropologia gnóstica mergulha profundamente no passado.
Não nos convence o neopitecóide com seus três
filhos. Para trás, cientistas materialistas e sequazes!
Na realidade e em verdade, esta raça humana que hoje
povoa a superfície da Terra não é mais
do que uma raça de animais intelectuais, equivocadamente
chamados de homens. Vocês poderão se ofender,
se quiserem, mas antes de que existisse a raça de animais
intelectuais, existiram os homens da Lemúria, do continente
hiperbóreo e os homens polares.
Os animais intelectuais vieram após nascerem na Atlântica.
Os homens reais da lemúria, em seus últimos
tempos, foram se retirando do cenário do mundo, foram
deixando seus organismos para os elementais superiores dos
reinos animais. Então, tais elementais entraram nesses
organismos e aqui estão; foram criados da Atlântida
para cá, porque os lemurianos não eram animais,
nem os hiperbóreos ou os homens polares.
A raça de animais intelectuais foi procedida pelos
homens que viveram na lemúria e na calota polar norte
que, naquela época, estava situada na zona equatorial.
Em que se baseis a antropologia gnóstica para afirmar
isso ? Por que o diz ? Baseia-se não somente nas tradições
que vêm dos livros sagrados do Egito, dos incas, dos
Maias do México antigo, da Índia, da Pérsia,
do Tibet, etc., como também pelos relatos daqueles
que conseguiram despertar a consciência.
Em nossa instituição gnóstica, estamos
entregando todos os sistemas necessários para despertar
as consciências. Quando vocês despertarem, poderão
investigar e comprovar por si mesmos isto que afirmo de forma
enfática. Mas é preciso despertar para tocar,
ver, ouvir, sentir; a fim de não ser vítima
das teorias de um Haeckel, de um Darwin, de um Huxley e de
seus sequazes.
Houve três raças de homens, mas como se poderá
saber disso quando se está com a consciência
adormecida? Os que conseguirem despertar, poderão investigar
nos arquivos Akáshicos da natureza.
Como era a primeira raça e de que maneira existiu?
Naquela época, há uns trezentos milhões
de anos, de acordo com as investigações que
realizamos, existiram os homens protoplasmáticos e
a própria Terra era um protoplasma. Não aquele
protoplasma de Heeckel nem a substância dos mares salgados
ou suas milhares de tolices mais, sem confirmação
alguma, a raça protoplástica era diferente.
Ela flutuava no ambiente; ainda não havia descido sobre
a terra úmida.
Como se reproduziam? Qual a sua origem? Essa raça havia
evoluído e involuido nas dimensões superiores
da natureza e do cosmos. Nós não somos escravos
do dogma da evolução. Por fim, cristalizou sobre
a Terra também protoplasmática, depois de muitos
processos evolutivos surgidos desde seu germe original situado
no caos, no magnus limbus, o iliaster do mundo.
Essa raça podia assumir tamanhos gigantescos ou reduzir-se
a um ponto matemático. Em que me baseio para afirmar
isto? Obviamente que na consciência desperta. Isso me
consta ? Sim, me consta porque sou um homem desperto; do contrário,
não estaria fazendo estes comentários.
Se vocês aceitam a doutrina da reencarnação,
tanto melhor. Obviamente, eu estive reencarnado naquela raça
e, como hoje estou desperto, não posso esquecer os
processos evolutivos e involutivos da mesma. Por esta razão,
dou testemunho diante de vocês. É sabido que
estão adormecidos, porém devo depositar todos
estes dados em suas mentes, dos quais precisam para irem despertando.
Como se multiplicava aquela raça e como se reproduziam?
Não era como a Mestra Blavatsky disse, que o faziam
de uma forma assexuada, que não precisavam do sexo.
Tal afirmação é errônea porque
a força do Maha-Chohan, a energia criadora do Terceiro
Logos (o Espírito Santo), flui em tudo o que foi ,
é e será.
O gênero de reprodução era o fissíparo.
A sexualidade expressava-se de forma diferente. Os organismos
dividiam-se como a célula viva se divide. Bem sabem
os estudantes de biologia como se divide a célula orgânica.
Não ignoram que o citoplasma com um pedaço de
núcleo se afasta. Aqueles organismos também
se dividiam assim,; desde então esse processo fissíparo
ficou no sangue e continua se realizando em nossas células.
Por acaso, isso não é certo ? Quem se atrevam
a negar?
Apresento fatos, e não teorias. Herdamos este processo
dos homens da primeira raça. O organismo desprendido
poderia continuar se desenvolvendo graças a que seguia
captando ou acumulando protoplasma do ambiente.
Mais tarde, surgiam os hiperbóreos, dos quais fala
Friedrich Nietschke. Gente que viveu nessa ferradura que circunda
o pólo norte, o país do setentrião. Consta-nos
isso? Sim ou não? A vocês não, já
que estão adormecidos. A mim, sim, pois estou desperto.
Negá-lo não me é possível, mesmo
que me considerem louco, eu tenho de dar este testemunho,
custe o que custar.
Os hiperbóreos existiram e já não foram
tão gelatinosos como os protoplasmáticos. Ao
falar assim, não estou me referindo à célula-alma
de Heeckel nem à famosa monera atômica. Para
trás este senhor, seus sequazes e suas teorias absurdas.
Da primeira raça derivou-se a dos hiperbóreos
que foi mais psíquica e mais consistente. O sistema
de reprodução dela era o de brotação.
Vocês já viram os corais nos recifes do borrascoso
oceano? Eles se reproduzem por brotação; de
um coral sai outro e assim sucessivamente. Há plantas
que mediante seus brotos continuam se multiplicando. Assim
também acontecia com os hiperbóreos, certos
brotos que apareciam no pai-mãe operavam com a força
sexual até que se desprendessem, dando origem a uma
nova criatura. Este era o sistema de reprodução
dos hiperbóreos.
Lá no borrascoso oceano Pacífico, depois de
milhões e milhões de anos de evolução
e involução desta natureza fecunda e tremenda,
brotou a Lemúria. Um gigantesco continente surgido
do fundo dos mares e que cobria tudo o que hoje é o
oceano Pacífico. Foi ali onde a raça humana
se assentou pela primeira vez sobre a dura crosta do planeta.
Apareceu o continente lemuriano não por geração
espontânea, como acreditou o senhor Epicuro, bem como
seus seguidores, nem por seleção natural, teoria
esta elevada à categoria de um Deus criador, maravilhosa
concepção com a qual se fez a retórica
do absurdo...
Como surgiu ? De que maneira ? Naquela época os hiperbóreos
cristalizaram seus corpos humanos que tomaram uma forma dura
e apareceram os hermafroditas divinos - os lemurianos - tais
como estão simbolizados nas gigantescas esculturas
de Tula.
E caminharam sobre a superfície da Terra ! No princípio,
reproduziam-se desprendendo de seu organismo uma célula-ovo
a qual se desenvolvia para dar origem a uma nova criatura.
Nessa época, o falo e o útero, os princípios
sexuais masculino e feminino, ainda não tinham sido
criados, estavam ainda em estado germinal, era uma época
em que o ovário ainda não tinha sido desenvolvido.
Os tempos passaram na Lemúria e apareceu o sistema
de reprodução por gemação. Esse
sistema foi um assombro para aquela época. O ovário
recebia uma célula fecundante, um zoosperma, de maneira
que quando aquele ovo se desprendia do ovário de um
hermafrodita, já estava previamente fecundado. O ovo
ao vir à existência, abria-se depois de certo
tempo de fecundação e dali saia uma nova criatura.
Por isso os nahuatls diziam que: Os filhos do terceiro sol
tinham se transformado em pássaros. Sábia informação
da cultura nahuatl.
Mas, perto do final da Lemúria da terceira ou quarta
sub-raça em diante, os seres humanos se dividiram-se
em sexos opostos; a cooperação tornou-se necessária
para a criação. Este sistema de cooperação
para criar vem da Lemúria. É claro que se precisa
de uma célula fertilizada, somente com a união
de uma célula fertilizante com um óvulo pode
surgir a célula original com os 48 cromossomas, os
quais de forma indiscutível levamos em nosso interior
e nos quais estão representadas as 48 leis de nossa
criação, tanto fora como dentro do próprio
homem...
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