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“Ao entardecer, dizeis: haverá
bom tempo porque o céu está rubro. E pela
manhã: hoje haverá tempestade porque o
céu está vermelho-escuro. Hipócritas!
Sabeis, portanto, discernir os aspectos do céu
e não podeis reconhecer os Sinais dos Tempos?”
- Mateus (16: 2, 24)
Profecias ancestrais e diversas tradições
indígenas anteviram o fenômeno. Mas agora,
para surpresa de muita, muita gente, é a própria
ciência que começa a reconhecer importantes
mudanças no campo magnético e nas freqüências
vibratórias da Terra. O ápice do processo,
que, segundo alguns especialistas, deverá ocorrer
em alguns anos provavelmente provocará a inversão
do sentido da rotação do nosso planeta
e também a inversão dos pólos magnéticos.
Este texto é baseado nas informações
que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano
Greg Braden, maior estudioso do fenômeno. Braden
trabalha a partir da interface ciência-esoterismo
e é autor do livro Awakening to Zero Point (Despertando
para o Ponto Zero) e de um vídeo de quatro horas
sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências
para a humanidade. |
Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados
Unidos e marcando presença na mídia demonstrando
com provas científicas que a Terra estará passando
pelo Cinturão de Fótons e que há uma
desaceleração na rotação do planeta.
Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência
ressonante da Terra (a chamada Ressonância Schumann;
sobre este tema da Ressonância, leia mais ao final deste
artigo).
Quando a Terra diminuir ao máximo a sua rotação
e a freqüência ressonante alcançar o índice
de 13 hz, estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo
magnético. A Terra ficará como se estivesse
parada e, após dois ou três dias, recomeçará
a girar só que na direção oposta. Isso
poderá produzir uma total reversão nos campos
magnéticos terrestres.
Freqüência de base crescente
A freqüência de base da Terra, ou “pulsação”
(a Ressonância Schumann), está aumentando drasticamente.
Embora varie entre regiões geográficas, durante
décadas a média foi de 7 a 8 ciclos por segundo.
Essa medida já foi considerada uma constante. Comunicações
globais militares foram desenvolvidas a partir do valor dessa
freqüência. Recentes relatórios estabeleceram
a taxa num índice superior a 11 ciclos. A ciência
não sabe por que isso acontece - nem o que fazer com
tal situação. Greg Braden encontrou dados coletados
por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto - que,
por sinal, não é amplamente tratado nos Estados
Unidos. A única referência à Ressonância
Shumann (RS) encontrada na Biblioteca de Seattle está
relacionada à meteorologia: a ciência reconhece
a RS como um sensível indicador de variações
de temperatura e condições amplas de clima.
Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante
no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos
últimos anos.
Campo magnético decrescente
Enquanto a taxa de “pulsação” está
crescendo, seu campo de força magnético está
declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade
do Novo México (EUA), o campo reduziu sua intensidade
à metade, nos últimos 4 mil anos.
Como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão
do magnetismo polar é a redução desse
campo de força, ele acredita que outra inversão
deve estar acontecendo. Braden afirma, em função
disso, que os registros geológicos da Terra que indicam
inversões magnéticas também assinalam
mudanças cíclicas ocorridas anteriormente.
E, considerando a enorme escala de tempo representada por
todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças
ao longo da história do planeta.
Impacto sobre o planeta
Greg Braden costuma afirmar que essas informações
não devem ser usadas com o objetivo de amedrontar as
pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados para as
mudanças planetárias, que irão introduzir
uma Nova Era de Luz para o planeta: a nova humanidade viverá
além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados
no medo e no egoísmo sendo totalmente dissolvidos.
Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras
vem sendo predito por povos ancestrais há milhares
de anos. Têm acontecido ao longo da história
do planeta muitas transformações geológicas
importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada 13 mil anos,
precisamente na metade dos 26 mil anos de Precessão
dos Equinócios. O Ponto Zero ou uma alteração
dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá
logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se
com o biorritmo de 4 ciclos da Terra, que ocorre a cada 20
anos, sempre no dia 12 de agosto. A última ocorrência
foi em 2003. Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá
no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas,
desse mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros
ancestrais.
Os reflexos na vida humana
Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão
afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos,
a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção
do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas,
cansaço, sensações elétricas na
coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sono
intenso. Ele associa uma série de conceitos de ordem
esotérica aos processos geológicos e cosmológicos
relacionados ao Ponto Zero.
Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso
processo de “iniciação”. O tempo
parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos
do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência
vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam
a um dia inteiro, ou seja, 24 horas. Durante o fenômeno
da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia
que conhecemos deverá parar de operar. Possíveis
exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia
baseada no Ponto Zero ou Energia Livre. A inversão
causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá
à Quarta Dimensão, diz o geólogo, então
tudo o que pensarmos ou desejarmos vai se manifestar rapidamente.
Isso inclui pensamentos e sentimentos diversos inconscientes.
Daí que a “intenção” passará
a representar um papel de suma importância na vida humana.
Um novo DNA
Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à
medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso DNA estaria
sendo ampliado para 12 fitas em sua hélice, ao mesmo
tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado
para os que realizassem um “Trabalho Interno adequado”.
Em conseqüência disso, nos tornaríamos mais
intuitivos e com maiores habilidades curativas. Ele afirma
também que todas as doenças dos anos 90, incluindo
a Aids, que são kármicas, desaparecerão.
Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à
nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças
nascidas depois de 1998 provavelmente terão capacidades
telepáticas. Segundo afirmações do VM
Samael Aun Weor, fundador das instituições gnósticas,
a passagem de todo o Sistema Solar e da Terra em particular
afetaria toda a fauna e a flora, revolucionando as cadeiras
de Química, Física e Biologia. Isso inclui também
as ciências relacionadas ao ser humano.
O Calendário Maia, destaca Braden, predisse todas
as mudanças que estão ocorrendo agora. Os seus
textos afirmam que estamos indo além da tecnologia
e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo.
(Por volta de 2045 estaríamos então entrando
mais aceleradamente na Quarta Dimensão, processo que
se iniciou no exato momento em que Jesus estava crucificado,
e que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero.)
Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme
circuito elétrico. É verdade que a atmosfera
é um condutor bastante fraco, e se não houvessem
fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se
disseminaria em cerca de 10 minutos. Existe uma “cavidade”
definida pela superfície do planeta e o limite interior
da ionosfera 55 quilômetros acima. Em qualquer momento
dado, a carga presente nessa cavidade é de 500 mil
Coulumbs. Existe uma corrente de fluxo entre o chão
e a ionosfera de 10 a 12 ampères por metro quadrado,
a resistência da atmosfera é de 200 ohms e a
tensão é de 200 mil volts.
Aproximadamente mil tempestades luminosas acontecem a todo
momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 ampère,
e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da
corrente na “cavidade eletromagnética”
da Terra.
As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas
quase estáticas que existem nessa cavidade. Como ondas
de uma mola, elas não estão presentes o tempo
inteiro, mas sim têm de ser estimuladas para ser observadas.
Elas não são causadas por nada que acontece
no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo.
Parecem estar relacionadas à atividade elétrica
na atmosfera, particularmente em períodos de intensa
atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências
entre 6 e 50 hz; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39
e 45 hertz, com uma variação diária de
cerca de 0,5 hz.
Manchas Solares
Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética
da Terra permanecem as mesmas, essas freqüências
também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há
uma mudança devida ao ciclo da mancha solar, já
que a ionosfera terrestre responde ao ciclo de 11 anos de
atividade solar. Ressonâncias de Schumann são
mais facilmente observadas entre 2.000 e 2.200 UT.
Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente
e uma voltagem, não é surpreendente encontrar
tais ondas eletromagnéticas. As propriedades ressonantes
dessa cavidade terrestre foram previstas inicialmente pelo
físico alemão W.O. Schumann entre 1952 e 1957
e detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1954.
A primeira representação espectral desse fenômeno
foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Muito da pesquisa,
nos últimos 20 anos, foi conduzido pela Marinha norte-americana,
que investiga freqüências extremamente baixas de
comunicação com submarinos. Quem deseja mais
informações técnicas poderá buscar
o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol. 1, de Hans
Volland (CRC Press, 1995). Todo o capítulo 11 é
sobre a Ressonância de Schumann, tendo sido escrito
por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade
do Alasca.
Observam-se, por toda a face da Terra, significativos sinais
de uma grande mudança. Toda a humanidade encontra-se
num estado de “tensão e expectativa”. Expectativa
de quê? Poucos sabem sabe ao certo, mas é um
fato e ela existe, como bem o demonstra a insegurança
pública. Os mais céticos afirmam ser devido
à contingente situação atual da sociedade
mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às
armas nucleares, ao chamado “equilíbrio do terror”,
cujo arsenal nuclear é suficiente para destruir todo
o planeta mais de uma centena de vezes. Já os ocultistas
afirmam que estes “sintomas planetários sociais
são o Inconsciente Coletivo”, prognosticando
uma terrível e implacável seleção
ou separação do trigo do joio, proveniente de
um grande “Julgamento Cíclico”. Em verdade,
contudo, podemos apenas afirmar que: Os tempos esperados já
chegaram e que pouco importa se os homens estejam ou não
conscientes disto.
Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão
vem fazendo refletir na insegura humanidade pertence somente
àqueles que se fizeram “dignos de tais revelações”.
Já um certo discípulo teve ocasião de
dizer: “Quatro círculos concêntricos se
apresentam atualmente para definirem a evolução
espiritual dos seres que habitam a face da Terra: o 1º,
ou externo, é formado pelos “irremediavelmente
perdidos”, ou seja, aqueles que se defrontaram com o
dantesco portal onde se lêem ainda as seguintes palavras:
Lasciate Ogni Speranza, o Voi Ch’Entrate. Sim, para
estes, foram perdidas todas as esperanças.
O 2º , dos “prováveis”, ou aqueles
que lutam como Rarinantes in Gurgite Vasto (raros náufragos
nadando num vasto abismo), para se salvarem da grande tribulação
do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir.
O 3º círculo é formado pelos já
redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que passaram por todas
as Provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos.
Finalmente, o 4º grupo, formado pelos guias ou instrutores
da humanidade. Os que se acham ocultos no interior do Templo
dedicado ao culto de Melquisedeck, e que outro não
é senão o da Universidade Eucarística,
o “Graal de todos os Graais”, sintetizados na
Fraternidade Universal da Humanidade. Esses últimos
seres a que se refere a citação acima muito
bem sabem o que há de suceder num futuro próximo
e muito mais. Sabem ainda a razão por que a Divindade
manifestar-se-á como a “Face Rigorosa”
(em lugar da Amorosa) do Eterno e Soberano Senhor dos Universos.
(Para os interessados em mais detalhes, leiam o texto O Julgamento
da Grande Rameira, neste mesmo link.)
De qualquer forma, para os cegos de espírito, que
obstinadamente negam este futuro óbvio, eis os conselhos
do sábio sacerdote atlante Rá-Mu. “Quando
a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existem mar
e céu, os dez países, com suas Portas de Ouro
e Templos Transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem
as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta. Eis
que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios.
Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam
o ar. Todos buscavam refugio nos templos, nas cidades, e o
sábio Mu apresentando-se, lhes falou: “Eu não
vos predisse todas essas coisas?” Os homens e mulheres,
cobertos de faustosas vestes e pedras preciosas, clamavam:
“Mu, salva-nos!” Ao que replicou Mu: “Morrereis
com vossos escravos e vossas riquezas, e de vossas cinzas
surgirão outros povos. Se eles (a 5ª Raça,
Ária), porém, vos imitarem, esquecendo-se de
que devem ser superiores, não pelo que adquirirem,
mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá.
O mais que posso fazer é justamente morrer convosco.
Não tivestes dignidade para viver, tende pelo menos
dignidade para morrer”. As chamas e o fumo afogaram
as últimas palavras de Mu que, de braços abertos
para o Ocidente, desapareceu nas profundezas do Oceano junto
com 64 milhões de habitantes do imenso continente.
1. Espaço Profundo
Em 14 de dezembro de 1997, uma explosão foi percebida
na Terra, vindo do espaço. De uma área do tamanho
do Texas a 12 bilhões de anos-luz da Terra, ocorreu
uma explosão, que baseada na fórmula E=Mc2,
requereria toda a matéria visível no universo
para liberar tamanha quantidade de energia. De acordo com
determinados relatórios, ela teria ocorrido a um milésimo
de segundo depois do Big Bang original.
Isso é impossível dentro de nosso entendimento
do universo. Não existe nenhuma pessoa na Terra que
possa ao menos começar a explicar isso. E para complicar
mais ainda o problema, mais de 2 mil dessas explosões
ocorreram desde a primeira. Mais de 2 mil novos universos
foram então criados dentro deste? Enigmas!
2. Centro Galáctico
Desde 14 de dezembro de 1997, o centro de nossa galáxia
também tem começado a expulsar grandes quantidades
de energia para o universo. Isso também é inexplicável,
de acordo com o cientista com quem eu estava conversando.
De fato, o satélite "beeper", foi destruído
em junho de 1998 por uma dessas explosões, de acordo
com o mesmo cientista. Este homem acredita que se essa energia
continuar a crescer e a pulsar, ela irá eventualmente
destruir todos os nossos satélites artificiais em órbita
da Terra.
3. Sol
Até 1992, tudo estava normal com nosso Sol. Ele tinha
um pólo magnético ao norte e outro ao sul. Estava
funcionando normalmente para os padrões científicos.
Em dezembro de 1994, a nave espacial Ulysses, da NASA, chegou
ao Sol para medir seu campo magnético. A Nasa, então
ficou perplexa, ao constatar que o campo magnético
solar não possuía mais um pólo norte
e um sul. O pólo magnético do Sol havia mudado
dramaticamente para um campo homogêneo. Não tinham,
é claro, nenhuma explicação científica.
Ninguém jamais viu alguma coisa parecida antes. Assim,
o satélite Soho foi lançado para estudar o Sol
por um período de dois anos.
No início de junho de 1998, dois cometas chocaram-se
com o Sol. Cerca de 25 ou mais cometas ou asteróides
poderão chocar-se por ano com Sol ou raspar nele. Isso
não era comum e nada acontecia anteriormente, quando
o Sol era atingido por um corpo cósmico. Só
que desta vez o Sol reagiu de um jeito nunca visto antes.
Aproximadamente de 30 a 35 chamas solares eructaram da superfície
do Sol, todas em dois círculos paralelos nas latitudes
19.5, norte e sul. Se até duas ou três chamas
solares eructassem de uma vez, isso já seria de grande
preocupação, por causa das tempestades magnéticas
que poderiam ser causadas na Terra. Mas 30 ou 35 é
ultrajante.
E mais, de acordo com Gregg Braden, o fluxo de prótons
solares que é medido em PUI estava em cerca de 2.500
até o fim dos anos 80. A comunidade científica
ficou muito preocupada sobre essa quantidade de energia chegando
à Terra. Você sabe em quanto era há alguns
meses? 42 mil PUI! E ninguém está falando nada.
O que eles podem falar?
Outro ponto interessante. Em 25 de junho de 1998, o satélite
Soho, que estava observando o Sol, repentinamente tornou-se
inoperante de acordo com a Nasa. Nenhuma informação
mais foi liberada. Isso pode ser real ou um problema fictício,
feito para deter o fluxo de informações para
o público.
Mais um ponto interessante: Em 26 de junho de 1998, tivemos
uma grande chuva magnética na Terra, que alcançou
magnitude de 6 ou 7. Usualmente, o mundo inteiro é
informado para se preparar para o problema em potencial. A
Nasa não informou ao público. Por quê?
4. A Terra
Estão nos contando aqui, nos Estados Unidos, que o
fogo no México está sendo causado por fazendeiros,
queimando campos para abrir espaço para mais plantações.
Testemunhas oculares, no México têm uma história
diferente. Eles falam que o Monte Popocatepetl, a cerca de
40 milhas a sudeste da Cidade do México, vem tendo
erupções por mais de um ano agora, e o chão
na área, ao redor, está se tornando muito quente.
Diz-se que as árvores estão espontaneamente
pegando fogo, o que quer dizer que o chão estaria a
mais de 459 graus Fahrenheit.
Em junho de 1998, outro grande vulcão, o Pacaya, eructou
perto da Cidade da Guatemala. Na Califórnia, a área
do Lago Mammoth parece estar potencialmente preparada para
uma possível erupção. O Monte Santa Helena
está registrando cerca de 170 terremotos diários.
O Monte Rainier parece também estar perigosamente perto
de uma possível erupção. Um vulcão
sob a água está se formando perto da costa da
Califórnia.
O que está sendo dito aqui é que toda a costa,
da Guatemala ao Estado de Washington, está perigosamente
perto de algum tipo de reação maior. Isso perto
da Falha de San Andrés. Exatamente o que ninguém
sabe.
O Pólo Sul está derretendo. Existem três
vulcões explodindo sob a camada de gelo. Eles estarão
ativos por muitos anos a partir de agora. Em meados da década
de 90, ocorreu a ruptura do maior pedaço de gelo já
conhecido, com cerca de 800 milhas quadradas de gelo. No momento,
outro grande pedaço de gelo está para se quebrar.
Esse é chamado de Larson’s Ledge e é do
tamanho do Estado do Texas, com cerca de 3 ou 4 milhas de
profundidade. Está se rompendo rapidamente. Se essa
peça de gelo quebrar, de acordo com a pressão
liberada, irá aumentar os oceanos em 65 pés
(cerca de 20 metros). Dois países irão desaparecer
para sempre e praticamente todas as cidades costeiras no mundo
serão destruídas. Pense então o que acontecerá
com a Flórida, onde o maior ponto está a 90
pés acima do nível do mar. Isso aconteceria
em um dia.
O governo dos EUA está contando para o mundo que levará
cerca de 500 anos até o Larson’s Ledge se quebrar.
Não falamos muito sobre isso, mas na Austrália
está sendo discutido quase que toda a semana, porque
os australianos seriam os primeiros afetados. É óbvio
que uma onda provocada por um pedaço de gelo tão
grande quanto o Larson’s Ledge seria enorme, talvez
com mais de meia milha de altura.
Também no fim dos anos 90, o dr. David Suzuki e outro
cientista foram para uma estação de TV australiana
e fizeram uma declaração audaciosa. Eles disseram
que não iriam permitir que essa desinformação
continuasse. Disseram que, como cientistas, acreditam, com
toda a informação científica que possuem,
que o Larson’s Ledge irá quebrar “dentro
de 3 décadas ou menos”. Antes do dr. Suzuki,
as tribos de aborígenes já diziam que esperam
uma grande onda que está por vir, e muitas dessas tribos
estão, neste momento, deslocando-se para o centro do
continente australiano, onde é mais seguro.
O campo geomagnético da Terra está sofrendo
grandes mudanças, enfraquecendo. Há 2 mil anos,
o campo media cerca de 4 gauss. Quase 500 anos depois, o campo
geomagnético terrestre começou a cair, numa
taxa muito mais acelerada. O campo agora mede somente 0,4
gauss. Nos últimos 30 anos, esse campo não tem
só caído, mas está se tornando irregular.
Os pássaros, que se utilizam dele para migrar, estão
agora indo parar em outros locais. Ocorre o mesmo com os golfinhos
e as baleias. Eles usam as linhas geomagnéticas para
migrar. Estas, que estavam estacionadas por milhares de anos,
agora mudaram. Algumas dessas linhas movem-se para áreas
no interior dos continentes e essa é a razão
pela qual muitas baleias e golfinhos têm encalhado nas
praias. As linhas geomagnéticas, que sempre guiaram
sua migração, agora as levam para a terra.
Nas últimas duas semanas de setembro de 1994, o mundo
experimentou uma oscilação do campo geomagnético.
Pilotos de todo o mundo foram forçados a aterrissar
manualmente seus aviões porque o campo geomagnético
terrestre começou a se mover. No início de 1990
ele parecia voltar ao normal.
De junho a outubro e parte de novembro de 1996, tivemos uma
anomalia muito maior e mais longa. Especialmente durante julho
e agosto daquele ano. O Pólo Sul estava realmente se
movendo. Se você tivesse uma bússola preparada,
veria que o Pólo estava se movendo em base diária
e às vezes horária. Ele estava se movendo de
2,5 a 17 graus em um único dia. Em um ponto, de acordo
com Greg Braden, o Pólo Sul do planeta realmente moveu-se
para longe por poucas horas. Essa informação
pode ser facilmente checada. Dê uma olhada em qualquer
mapa aeronáutico do mundo, em qualquer grande aeroporto,
antes de junho de 1996. Depois, pegue um novo (eles tiveram
de refazer os mapas para poder aterrissar seus aviões)
e compare-os. Você verá que a correção
de erro para o Pólo Norte magnético mudou, o
que quer dizer que o Pólo Sul moveu-se. O Chicago O’Hara
International Airport mudou de 1,5 a 2 graus.
Então, tudo ficou quieto até recentemente.
Houve alguns momentos de oscilação, mas não
muitos. No último bimestre, houve novo movimento. Desta
vez, com grandes conseqüências em potencial. Um
cientista alemão, preocupado o bastante para me dar
certas informações, mesmo que isso fosse sinônimo
de sua perda de liberdade, revelou que estava trabalhando
para o governo russo, e disse que mandaria a prova do que
estava para revelar informações estarrecedoras
sobre as mudanças no campo magnético da Terra.
Ele disse duas coisas:
Primeiro, que a freqüência de Ressonância
Schumann da Terra está, na verdade, mudando. De acordo
com os satélites russos, o SRF está aumentando
dramaticamente. Disso, alertou o geologista Greg Braden. A
freqüência que normalmente está em cerca
de 7,8 hertz aumentou para 11,2 hertz. Depois, repentinamente,
a Universidade da Califórnia, em Berkeley, anunciou
que não havia mudanças. Isso não faz
sentido. De acordo com a Rússia, ela está agora
a cerca de 13 hertz e ainda subindo.
A segunda coisa que esta fonte alemã afirmou é
extremamente importante. Disse que a Alemanha e a Rússia
têm documentado que o campo geomagnético terrestre
está neste momento caindo para zero. Revelou que os
modelos dos computadores russos mostraram isso cerca de 10
dias antes de termos ultrapassado o ponto onde ele poderia
ser revertido, querendo dizer que sempre que um sistema chega
a esse estágio, ele irá para zero. Depois, foi
dito que o governo russo agora acredita que o campo geomagnético
terrestre cairá para zero num futuro próximo.
Possivelmente não tão próximo quanto
o fim de julho de 1998, mas, definitivamente, antes do fim
do ano.
Esta fonte alemã disse que o programa espacial russo
tem feito uma extensa pesquisa sobre o assunto. Ela afirmou
que quando os russos levaram pessoas para fora do campo geomagnético
terrestre, observaram reações humanas específicas.
Primeiro, os astronautas ficaram agitados. Depois, ficaram
agressivos com outros seres humanos e completamente insanos,
o que descobriram ser incurável. Eles analisaram e
descobriram que o que aconteceu no cérebro humano foi
conseqüência de quando o campo caiu para zero.
Os alemães criaram então um cinto eletrônico
para ser usado, que criará um balanço pessoal
do SRF e do campo geomagnético em 0,4 gauss em volta
do corpo humano. Isso está sendo dado para pessoas-chave
para manter a governabilidade da sociedade, caso isso realmente
aconteça.
Além disso, surgiram três outras descobertas
humanas que também apontam indiretamente ser esta a
época do “Período de Transferência”
(da quinta par a sexta Raça-Raiz):
a. As descobertas que estão sendo feitas no Egito
de uma cidade subterrânea a 6 milhas de profundidade
de 1,5 por 8 milhas de extensão.
b. A descoberta de um código secreto na Bíblia,
por meio de um avançado programa de computador, que
não deveria ser aberto “antes do fim dos tempos”.
Isso é relatado no livro O Código da Bíblia
(The Bible Code). Isso é muito importante.
c. Em 23 de maio de 1998, a descoberta de possíveis
restos da Atlântida próximo à costa de
Bimini foi anunciada por Aaron Du Val. Eles acharam estas
ruínas da Atlântida há três anos
e meio, mas negaram-se a liberar essa informação
até que tivessem provas científicas, sem qualquer
dúvida, o fizeram agora. É outro grande sinal.
Edgar Cayce, o “profeta adormecido”, predisse
há cerca de 60 anos que o Pólo terrestre “mudaria
no inverno de 1998”. O tempo parece estar certo. Isso
foi considerado impossível na época da predição
de Cayce. Eles acreditavam que tal evento só aconteceria
após milhões de anos. Agora, sabem que isso
acontece sempre. De fato, aconteceu da última vez há
13 mil anos e, antes disso, somente há 26 mil 12 mil
anos. De acordo com a Precessão dos Equinócios,
estamos no ponto da história que isso pode acontecer,
se já não está para acontecer do dia
para a noite.
E, finalmente, os índios hopi foram a um talk show
na rádio Art Bell e anunciaram que em julho de 1998
a Terra iria saber, com certeza, que alguma coisa muito grande
está para ocorrer, e que de outubro a dezembro de 1998
nós poderíamos passar para o quinto mundo dos
povos nativos americanos. Isso é o mesmo que a 5ª
dimensão, as influências do Plano Astral. Os
hopi contam o vácuo como um mundo, nós o contamos
como zero. Outro grande sinal.
Agora, vocês já viram as evidências. Isso
pode ou não acontecer agora. Mas acreditamos que acontecerá
algum dia, em um futuro próximo. Até a Bíblia
fala sobre isso. Então, o que podemos fazer? Essa é
a questão!
Primeiramente, será praticamente impossível
viver em uma cidade grande durante essa época. Toda
a eletricidade, combustível e água serão
desligados. Os EUA, por exemplo, têm só 30 dias
de suprimentos, então após um mês ou menos,
as pessoas ficarão sem comida e irão fazer qualquer
coisa para consegui-la. E nós, aqui do Brasil, como
estamos nos prevenindo? Viajar será impossível.
Automóveis quebrados bloquearão a maioria das
estradas. Todas as linhas aéreas, ônibus, trens
etc., não estarão funcionando. Onde quer que
você esteja, será onde você vai ficar.
E se isso não é o suficiente, a maior parte
das pessoas ficará com fome, com raiva... e perigosa.
À primeira idéia, as florestas ou bosques parecem
ser o lugar mais seguro para ir, mas torna-se claro pela lógica
mínima que esses lugares se tornariam muito perigosos.
Todos iriam para a floresta!!! As pessoas estariam em todos
os lugares, andando com armas, excitadas e perigosas. Então,
vejamos ver as possibilidades.
Pensa-se que a pior coisa que pode acontecer é que
você ou um membro de sua família morra, perceba
que isso não é um problema. O propósito
da vida nesse estágio do crescimento é mover-se
conscientemente para o próximo mundo, a quinta dimensão.
Existe três modos como isso pode acontecer. Um caminho
não é melhor que o outro:
- Morte: No passado, nos períodos lemurianos ou atlantes,
se você morresse, você passava para 5ª dimensão
(Plano Astral). De lá você poderia, depois de
um período de “férias” (por você
ter acumulado bastante Dharma), voltar para a Terra para viver
de novo, para completar seu propósito na Terra. No
entanto, esse ciclo foi possível por longo período
de tempo, mas agora isso está mudando. Para a maioria
de nós, essa é a nossa última vida (das
108);
- Ressurreição: Se você passa por processos
iniciáticos profundos, você reconstrói
seu corpo onde bem desejar, seja neste planeta seja em outro
mais seguro;
- Abdução: Ser resgatado por viajantes espaciais
e seus Ufos a terras mais seguras, até que a situação
neste sofrido planeta se estabilize.
No entanto, os gnósticos têm um procedimento
que converge todas essas alternativas. Isso é chamado
de “Os 3 Fatores de Revolução da Consciência”.
Essa Tríplice Chave nos abre as possibilidades de um
resgate efetuado por nossa própria Divindade Interior.
É Ela, a Divina Sabedoria Interior, que sabe o que
é e será melhor para nós nestes terríveis
dias que se avizinham!
Ressonância Schumann: A pulsação do Planeta
Terra
Já ouviram falar de Ressonância Schumann? Pois
bem, são freqüências eletromagnéticas
de cerca de 8.0 hz que ficam numa “cavidade” entre
a superfície da Terra e a ionosfera, formando um verdadeiro
circuito elétrico em volta de todo o planeta. No mesmo
período em que começou a tal sensação
de “aligeiramento” do tempo, o valor das freqüências
de 8,0 hz (curiosamente, a mesma do cérebro humano)
passou a subir 2 pontos ou mais nessa escala de freqüência.
Os cientistas não sabem as causas da mudança
e suas possíveis conseqüências.
Não apenas as pessoas mais idosas, mas também
os jovens, têm a nítida sensação
de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem
foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais
um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório
ou tem base real? Pela Ressonância Schumann procura-se
dar uma explicação. O físico alemão
W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada
por um campo eletromagnético poderoso que se forma
entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100
quilômetros acima de nós. Esse campo possui uma
ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann),
mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações
por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo,
responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição
comum de todas as formas de vida. Verificou-se também
que todos os vertebrados e o nosso cérebro são
dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente
fez-se a constatação de que não podemos
ser saudáveis fora dessa freqüência biológica
natural.
Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais,
ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas
submetidos à ação de um simulador Schumann
recuperavam o equilíbrio e a saúde. Por milhares
de anos as batidas do coração da Terra tinham
essa freqüência de pulsações e a
vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico.
Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada
a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83
para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração
da Terra disparou. Coincidentemente, desequilíbrios
ecológicos se fizeram sentir: perturbações
climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento
de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de
comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido
à aceleração geral, a jornada de 24 horas,
na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção
de que tudo está passando rápido demais não
é ilusória, mas teria base real nesse transtorno
da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe
Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu
equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não
sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos
seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos esotéricos
e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos,
com catástrofes terríveis, ora esperançadores,
como a irrupção da quarta dimensão, pela
qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais
sintonizados com o biorritmo da Terra. Não pretendo
reforçar esse tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese
recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos
de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo,
de que Terra e humanidade formamos uma única entidade,
como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós,
seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera.
Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica
e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.
Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio,
devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem
estresse, com mais serenidade, com mais amor, que é
uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa
termos coragem de ser anticultura dominante, que nos obriga
a ser cada vez mais competitivos e efetivos.
Precisamos respirar juntos com a Terra, para conspirar com
ela pela paz.
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