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OS 12 SAIS ASTROLÓGICOS

Os antigos diziam que "sangue é vida" e, sem um sangue perfeito é impossível gozar de boa saúde. O influxo dos astros está impresso em nosso sangue; como um jugo, "o homem leva o Destino atado a seu colo", diz a tradição islâmica referindo-se à veia jugular. Este artigo para o site GnosisOnline aborda a astrologia sob um ponto de vista simbólico e esotérico que relaciona os 12 signos com os 12 sais bioquímicos chamados de Sais de Schüssler. A enfermidade não é uma entidade em si mesma, senão una deficiência de algum dos componentes bioquímicos que são a base da química da vida. Com uma simplicidade assombrosa podemos saber, em base ao Mapa Astral, quais são essas deficiências. O melhor método de cura consistirá, pois, em proporcionar ao sangue aquilo que lhe falta.

ZODÍACO: Do grego Zodiakos. Circulo da vida, faixa da esfera celeste que tem a eclíptica em seu meio, onde os planetas, o Sol e Lua parecem transitar. Esses astros, pelo movimento, aparentam ter "vida", caminhando em um fundo de Estrelas Fixas, paradas
ou "mortas". Na mitologia, deuses e heróis depois de mortos são transladados ao céu, em forma de constelações, onde permanecem imóveis. Isso nos leva a crer que a origem do nome Zodíaco possivelmente seja anterior ao nome das constelações contidas nessa faixa da esfera celeste. Essas constelações, com amplitudes angulares diferentes umas das outras, tem os mesmos nomes que os signos do zodíaco, mas são elementos distintos. Os signos, distribuídos sobre a eclíptica, cada um abrangendo um ângulo de 30 graus, são em número de 12, perfazendo o circulo, em determinada ordem. Se o começo do primeiro signo coincidir com o "ponto gama", como acontece em questões astronômicas e nos estudos astrológicos ocidentais, o Zodíaco é chamado de trópico. Se a origem estiver em ponto não perfeitamente definido da eclíptica, deslocado em termos de hoje de quase 30 graus, no sentido contrário ao da ordem natural dos signos, o zodíaco é chamado de sideral. Esses dois zodíacos diferentes, o trópico e o sideral, coincidiram há cerca de 2 mil anos. Depois disso, pela precessão dos equinócios, se deslocaram. Atualmente o signo de Áries do zodíaco trópico praticamente coincide com o signo de Peixes do zodíaco sideral. No zodíaco sideral há coincidências, não apenas com os nomes de constelações zodiacais, mas também de partes dessas constelações com partes dos signos homônimos. Essas constelações seccionam a faixa do Zodíaco, cada uma delas de forma diferente. Ou seja, cada uma abrange maior ou menor porção dessa faixa. O número dessas constelações não importa, pode ser maior, menor ou igual a 12. Esse número de constelações zodiacais, que alguns acreditam ser diferente de 12, nada tem a ver com o número dos signos do zodíaco trópico ou sideral.

O NÚMERO 12: O ciclo anual do Sol, dividido em quatro partes, pelos equinócios e solstícios, se correlaciona com as antigas "quadruplicidades", constitutivas de tudo o que foi ou é criado: Fogo, Água, Ar e Terra. Por sua vez, cada uma dessas partes, como diferentes unidades, atende ao principio das "triplicidades" (como as Trindades Divinas ou religiosas, os 3 Poderes do Estado, as 3 partes dos organismos vivos, as 3 dimensões do espaço). Ou seja, cada uma dessas 4 partes tem em si outras 3. No total formam o 12. O 3 e o 4, quando multiplicados originam o 12, quando somados, surge o cabalístico 7, número das cores do arco-íris, das notas musicais, dos dias da semana (associado aos antigos planetas ou aos dias da criação). Alem das divisões do 12 por 3 e por 4, a divisão por 2, relativa às "dualidades" ou complementaridades, permite observar elementos relativos ao 6, como a divisão da circunferência pelo raio e a forma hexagonal celular, a mais econômica nas estruturas compositivas, presente com freqüência na natureza.
Cristo, ao escolher seus apóstolos, usou o número 12.
A dúzia, composta de 12 unidades, continua a ser utilizada, porque admite como divisores o 2, o 3, o 4 e o 6. Admite 4 divisores, além da unidade e de seu próprio número. Isso não ocorre com nenhum outro número inteiro menor que seu dobro.
O carbono, elemento capaz de formar extensas cadeias de átomos, constituindo dezenas de milhares de compostos orgânicos, tem número atômico 6 e peso atômico próximo de 12. Sua forma mineral monométrica, pura, é o diamante, a mais dura e brilhante das pedras preciosas.
No fim do século 19, o dr. W. H. Schüssler, ao calcinar diferentes tecidos orgânicos, observou que predominantemente restavam sempre 12 sais minerais específicos. Isso o levou a propor um tipo de terapia que leva seu nome.
Ainda com relação ao 6 e ao 12: as partículas subnucleares são atualmente classificadas em 6 léptons e 6 quarks pelas simetrias locais. Elas são elementares, no sentido de que não têm estrutura, ou seja, são "puntiformes". Suas interações são os chamados bósons vetoriais intermediários, dos quais existem 12, incluindo o fóton das interações eletromagnéticas.
Parece que o 12 está presente não apenas nos signos do Zodíaco, mas em outros importantes elementos constitutivos, desde a formação das partículas subnucleares da matéria, dos compostos orgânicos, em princípios religiosos e no número dos meses dos anos e das horas dos dias e das noites que vivemos.


Sais de Schüssler

Kali Phosphóricum
Natrum Sulphúricum
Kali Muriaticum
Calcárea Fluórica
Magnesia Phosphórica
Kali Sulphuricum
Natrum Phosphóricum
Calcárea Sulphúrica
Silicea Terra
Calcárea Phosphórica
Natrum Muriaticum
Ferrum Phosphóricum


Os Sais e sua relação com a Astrologia

O que são os Sais de Schüssler
O dr. Samuel Hahnemann, pai de la Homeopatia, descobriu experimentalmente junto com outros homeopatas, a utilidade dos sais inorgânicos para a recuperação da saúde. Sem embargo, não chegaram a precisar este conhecimento completamente.
Posteriormente, o dr. Wilhelm Heinrich Schüssler (1821-1898), de nacionalidade alemã, formalizou a investigação sobre 12 desses sais, que hoje levam seu nome.
O dr. Schüssler sempre teve um grande interesse na Lei do Mínimo, a qual estabelece que a perda da saúde é devida à falta de certos minerais nas células. Essas insuficiências somente podiam ser observadas nas cinzas dos corpos, pelo que analisou as cinzas de um grande número de pessoas que haviam sido cremadas e descobriu que em todos os seres humanos sempre há ausência ou deficiência de dois sais bioquímicos, pelo menos.
Ao investigar tal acontecimento, Schüssler integrava expedientes clínicos de cada uma das pessoas cujas cinzas analisava. Neles anotava o nome e data de nascimento, assim como as enfermidades que havia padecido no transcurso de sua vida. A experimentação demonstrou que nos pacientes há pelo menos a carência de um sal fundamental, ou base, e de outro secundário ou complementar, o que propicia suas enfermidades.
Como resultado de suas investigações, chegou à conclusão de que se os tecidos não recebem do sangue a quantidade adequada de cada um dos 12 sais bioquímicos estudados, altera-se o movimento molecular dos sais nos tecidos e, conseqüentemente, se desequilibra o funcionamento das células e seu metabolismo, o que produz os fenômenos conhecidos como enfermidades.
É importante destacar que este tipo de padecimentos é muito numerosos e freqüentes. As enfermidades desta natureza desaparecem, até que os tecidos recebem novamente os sais que requerem.
Dizia o dr. Schüssler que "...se no curso de uma enfermidade se atrasa a cura espontânea, então se administram os sais minerais adequados, em forma molecular (potencializadas ou dinamizadas). Essas moléculas passam ao sangue através da mucosa bucal e desencadeiam no foco da enfermidade um vivo movimento molecular. De novo se põe em marcha o intercâmbio de substâncias entre as células saudáveis e as enfermas, o que faz com que se produza a cura".
O sistema terapêutico que este brilhante investigador desenvolveu, consiste em preparar 12 remédios, cada um dos quais contém um sal inorgânico, reduzido em alguns casos à potência homeopática sexta decimal (6d) e em outros à terceira decimal (3d), tamanhos quase infinitesimais que facilitam a circulação e assimilação dos sais nas células e tecidos do organismo.

Como se usam os Sais de Schüssler?
O dr. Schüssler observou que subministrando os sais em forma muito diluída a seus pacientes, estes se protegiam preventivamente ou se aliviavam com muita facilidade de suas alterações biológicas ou enfermidades, o qual é lógico, posto que cada um dos Sais Bioquímicos produz reações que lhe permitem ao corpo realizar uma série de funções vitais, pelo que quando há deficiência de alguma delas, se propiciam os padecimentos.
Baseando-se nas leis naturais da Patologia Celular, formalizou um guia terapêutico notável por sua simplicidade, que consiste no emprego dos 12 sais inorgânicos que são fundamentai para o funcionamento adequado das células que constituem o corpo humano.
Mais de um século de experiência intensiva, demonstra que esses remédios produzem os resultados desejados e esperados rapidamente, que são inofensivos e muito freqüentemente originam curas que se consideram espontâneas.
Esses sais não se classificam como medicamentos. São considerados como alimentos, posto que são integrantes do corpo humano.

Há contra-indicações?
As concentrações às quais se subministram os sais são extremamente baixas. Não estão contra-indicadas uma com outra, pois somente resolvem as deficiências que o corpo pudesse ter de algum sal. Por exemplo, uma pessoa com deficiência de Kali Muriaticum pode tomar os 12 sais, porém só absorverá Kali Muriaticum e os outros as desprezará. Tampouco têm efeitos colaterais.
Pode-se tomar os sais de forma preventiva, e só se aproveitarão os sais que o corpo carecer.

Como preparar os sais para seu consumo?
Os sais são tomados diluídos em água ou em glóbulo inerte de uso homeopático.
Se forem tomados em água, deve-se agregar 5 gotas de cada sal que se deseja consumir em 1 centímetro de água, de preferência morna.
Se tomar em colheradas, se enche um frasco de 30 cc, e se agregam 60 gotas em total de todos os sais a consumir.
Ou seja, se tomamos 1 sal, poremos 60 gotas desse sal.
Si tomamos 2 sales, poremos 30 gotas de cada sal, dando un total de 60 gotas. Si tomamos 3 sais, poremos 20 gotas de cada sal, dando um total de 60 gotas. E etc.
Se os sais são usados de forma preventiva, é recomendável toma-los em forma de colheradas.
Os sais devem ser tomados em tempo diferente dos alimentos, ao menos com 5 minutos de separação. É recomendável toma-los 5 minutos antes da comida. Tampoco debe-se de tomá-los imediatamente depois de haver-se escovado os dentes.

Freqüência de uso:

Em qualquer dos casos (chochitos ou água), normalmente se tomam 3 ou 4 vezes ao dia. Nos casos agudos, ou quando a doença principia, pode-se tomar muito mais freqüentemente, incluso cada 15 minutos. Deve-se tomar continuamente até recuperar a saúde.

POR SAMAEL AUN WEOR

ALQUIMIA SEXUAL


CAPITULO XXI - ESPECIES SALINAS

1- Existem duas classes de sais, uma masculina e outra feminina.
2- O Sal Macho danifica o organismo humano quando se usa em excesso.
3- O Sal Fêmea é benéfico e saudável.
4- O sal macho é o sal marinho.
5- O sal fêmea é o sal de pedra, é o sal das salinas das minas.
6- O Alquimista deve preferir o sal fêmea.
7- Existem 12 sais fundamentais, gobernados pelos 12 signos zodiacais.
8- Quando esses 12 sais zodiacais não estão bem equilibrados dentro de nosso organismo humano, então vêm as enfermidades.
9- Os 12 sais zodiacais, em síntese, vêm a dar forma de perfeição aos 12 corpos que os habitantes da NÉVOA DE FOGO usam.
10- Os 12 sais zodiacais convertem o homem em um zodíaco esplendoroso.
11- Tudo o que tenha forma densa ou sutilíssima se deve ao sal.
12- Sem o sal, as formas não poderiam existir.
13- Porém, devemos apreciar o sal em suas quintessências subliminares imperceptíveis para o microscópio, porém perfeitamente visíveis para o clarividente.
14- Um estudo profundo sobre os 12 sais zodiacais nos levaria muito longe no campo da terapêutica.
15-Esses 12 sais são:
16-Fosfato de ferro.
Magnásio fosfórico.
Calcário fosfórico.
Natrão fosfórico,
Potássio fosfórico.
Cloreto de sódio.
Cloreto de potássio.
Sulfato de sosa.
Sulfato de potasio.
Calcárea sulfúrica.
Calcárea fluórica.
Sílica.

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