Curso Esotérico de Magia das Runas, a ciência esotérica para uma vida saudável através da magia branca

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Atlântida - 4ª Raça-Raiz de Nosso Planeta Terra

atlantidaComecemos recordando este antigo continente submerso, chamado Atlântida.

No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon que a Atlântida havia sido destruída 9 mil anos antes de com ele conversarem. A civilização atlante, no entanto, não poderia ser superada por nossa moderna civilização.

Conheceram a energia atômica e a utilizaram tanto na guerra quanto na paz. A ciência atlante teve a vantagem de estar unida a magia, fabricaram-se extraordinários robôs, dotados assim, de inteligência pareciam seres humanos e serviam fielmente aos seus amos.

Qualquer robô podia informar a seu dono dos perigos que o cercavam e geralmente sobre as múltiplas coisas da vida prática.

Os atlantes possuíam máquinas tão poderosas e maravilhosas como aquela que telepaticamente podia transmitir à mente de qualquer ser humano informação preciosa intelectual.

As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de paredes transparentes. As naves marítimas e aéreas eram impulsionadas por energia nuclear. Eles aprenderam também a desgravitacionar os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia na sua palma da mão podiam levantar qualquer corpo por mais pesado que este fosse.

O Deus Netuno governou sabiamente a Atlântida. Era de admirar ao ver o templo sacratíssimo deste Santo Deus. As paredes e muros prateados do referido templo assombravam pela sua beleza e as cúpulas e tetos eram todos de ouro maciço e da melhor qualidade.

O marfim, o ouro, a prata e o latão reluziam dentro do templo de Netuno com todos os régios esplendores dos antigos tempos.

A gigantesca e sagrada escultura do muito venerável e muito sublime Deus Netuno era de puro ouro. Aquela inefável e misteriosa estátua, montada num belo carro arrastado por exóticos corcéis, mais a respeitável corte de cem sereias, infundiam na mente dos devotos atlantes profunda veneração.

As cidades atlantes floresceram enquanto seus habitantes permaneceram fiéis à religião de seus pais, enquanto cumpriam com os preceitos do Deus Netuno, enquanto não violaram a lei e a ordem. Porém, quando as coisas sagradas foram profanadas, quando abusaram do sexo, quando caminharam com os 7 Pecados Capitais, foram castigados e submergidos no fundo do oceano.

Os sacerdotes de Saís disseram a Sólon: "Todos quantos corpos celestes movem-se em suas órbitas sofrem perturbações que determinam em tempo uma destruição periódica das coisas terrestres por um grande fogo".

O continente Atlante estendia-se e orientava-se em direção ao Austro (vento sul) e os lugares mais elevados em direção ao norte, seus montes excediam-se em grandeza, elevação e número aos atualmente existentes.

A famosa história do Dilúvio Universal, cujas versões encontram-se em todas as tradições humanas, são simples recordações da grande catástrofe atlante. Todos os ensinamentos religiosos da América primitiva, todos os sagrados cultos dos incas, maias, astecas, etc. etc., os deuses e deusas dos antigos gregos, fenícios, escandinavos, hindustânicos, etc., são de origem atlante.

Os deuses e deusas citados por Homero na Ilíada e na Odisséia, foram heróis, rainhas e reis da Atlântida.

Ela unia geograficamente a América com o Velho Mundo e as antigas civilizações indo-americanas são originárias da Atlântida, assim como tiveram a mesma origem as religiões egípcias, incas, maias, etc.

O alfabeto fenício, pai de todos os alfabetos europeus, tem sua raiz em um antigo alfabeto atlante, que foi corretamente transmitido aos Maias pelos atlantes. Todos os símbolos egípcios e maias, provêm da mesma fonte e assim explica-se a semelhança, demasiado grande, para ser casualidade. Os atlantes possuíam um metal mais precioso do que o ouro a que chamavam Orichaulcum. A catástrofe que submergiu a Atlântida foi pavorosa. Não resta dúvida de que foi resultado da violação da Lei e, por isso, é sempre catastrófico. A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de transformações geológicas.

Emergiram do profundo seio do mar outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.

Alguns sobreviventes refugiaram-se em um pequeno continente chamado Grabontsi, atual África, o qual aumentou de tamanho e extensão devido a que outras áreas de terra foram emergidas depois de somaram-se ao mesmo.

O Golfo do México antigamente foi um formoso vale. As ilhas das Antilhas, das Canárias, Espanha, são partes da submersa Atlântida.

O antigo mar de Kolhidius, situado a noroeste do continente recém-formado e conhecido como Ashartk (Ásia) mudou de nome, sendo conhecido agora com o nome de Mar Cáspio. As costas desse Mar Cáspio são formadas por terras que ao emergirem do oceano haviam-se reunido ao continente asiático.

A Ásia, o Mar Cáspio e todo este bloco de terra anexado são o que hoje conhecemos com o nome de Cáucaso. Esse bloco, naqueles tempos, chamou-se Frianktzanaráli e mais tarde Kolhidishissi, porém hoje em dia, repito, chama-se Cáucaso.

Naquele tempo havia um grande rio que fertilizava a rica terra de Tikliamis, que desembocava no Mar Cáspio. Esse rio denominava-se Okoseria, ele ainda existe, mas não desemboca mais no Mar Cáspio porque um tremor de terra secundário o desviou para a direita. O rico caudaloso precipitou-se violentamente pela zona mais deprimida do continente Asiático, dando origem ao pequeno Mar de Aral; mas o antiquíssimo leito desse velho rio, atualmente chamado Amu-Dária, ainda pode ser visto como sagrado testemunho do curso dos séculos.

Depois da terceira grande catástrofe que exterminou com a Atlântida, o antigo país de Tikliamis, com sua formidável capital, situada às margens do mencionado rio, foi coberto com todos os povos e aldeias pelas areias e agora é apenas deserto.

Por aquela época, desconhecida para um César Cantu e sua História Universal, existia na Ásia outro belo país, conhecido com o nome de Maralpleicie. Esse país comerciava com Tikliamis e até existia entre eles muita concorrência comercial.

Mais tarde, esse país de Maralpleicie recebeu o nome de Goblândia, devido à grande cidade de Gob.

Goblândia e sua poderosa cidade de Gob foram tragados pelas areias do deserto. Entre suas areias estão ocultos riquíssimos tesouros, poderosas máquinas desconhecidas por esta Raça Ária.

De quando em quando, as areias deixam a descoberto todos esses tesouros, mas ninguém atreve-se a tocá-los, porque quem o intenta é instantaneamente morto pelos Gnomos que o guardam. Somente os homens da grande Sexta Raça Khoradi, que no futuro habitará este planeta, poderão conhecê-los e isso em troca de uma conduta reta.

Muitos comerciantes de pérolas salvaram-se da catástrofe atlante refugiando-se em Perlândia, atual Índia.

Os estudantes ocultistas enchem-se de horror quando revisam os arquivos Akáshicos da Natureza e encontram acontecimentos como o que relataremos a seguir.

Eles recordaram-se daquela bela mulher, rainha dos países do sul do continente submerso e a poderosa cidade das portas de ouro, chamada Katebet, a das tristes recordações. Realmente não existe na história dos Bórgias e dos Medicis, semelhante perversidade. Essa bela mulher cativava pela sua beleza e necromancias, seduzia com seus encantos a príncipes e reis... Fascinava com seus embelezamentos.

Muitos adolescentes e meninos foram imolados em nome das tenebrosas entidades do mundo interior.

A medicina sacerdotal atlante descobriu naquela época o que hoje podemos chamar cientificamente Opoterapia Humana, quer dizer, a aplicação nos enfermos e senis de sucos glandulares de pituitrina, tiroidina, adrenalina etc. etc. Os médicos-sacerdotes não usavam apenas a química...

As vítimas de imolação depois de serem retiradas dos altares de sacrifícios, eram levadas a certas câmaras secretas, onde os sacerdotes médicos extraíam dos cadáveres as preciosas glândulas endócrinas tão necessárias para conservar o corpo da rainha fatal, com todo o seu encanto e a beleza de uma juventude que chegou a suportar o peso dos séculos, muitos séculos. O mais espantoso daquilo era que os sacerdotes, depois de extrair as glândulas dos cadáveres, arrojavam-nos às fantásticas multidões aviltadas, que, sequiosas, devoravam-nos. Assim, esses povos tornaram-se antropófagos.

Reflexionando sobre todas essas coisas, nos espantamos, nos horrorizamos, mas todas essas barbáries tornam-se pequenas e ridículas se as compararmos com as atrocidades cometidas durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais e com a espantosa explosão atômica de Hiroshima e Nagasaki.

Todo o barbarismo atlante torna-se insignificante, comparado com a câmara de gás, onde milhões de pessoas, mulheres, crianças e anciães, despojados de suas vestimentas, morreram na mais infinita desesperação.

Nos horrorizamos com a bestialidade atlante, porém mil vezes horrorosos foram os bombardeios de Londres, campos de concentração, forca, cidades destruídas por criminosas bombas, enfermidades, fome e desespero.

Nunca antes na história houve perversidade maior do que a desta Quinta Raça Ária, caduca e degenerada.

Assim como a Atlântida submergiu-se com todos os seus habitantes nas profundezas dos oceanos, assim também esta Raça Ária será destruída e dela não restará nem mesmo cinza.

QUE SE SAIBA DE UMA VEZ E PARA SEMPRE QUE DE TUDO ISSO QUE A HUMANIDADE TANTO ESTIMA E ADMIRA NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA.

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