Curso Esotérico de Magia das Runas, a ciência esotérica para uma vida saudável através da magia branca

Gnosisonline.org
Gnose Gnosis
Login Area Restrita Esoterikha.com
Espanol English English
conteudo

Uma poderosa Civilização - Atlântida

"O homem que inventou os fatídicos termos "Bem e Mal" foi um Atlante chamado Makari Kronvernkzyon, membro eminente da sociedade científica Akaldan situada nos submergido continente Atlante. O velho sábio arcaico jamais suspeitou o dano tão grave que iria causar à humanidade com o invento de suas duas palavrinhas. Os sábios Atlantes estudaram profundamente todas as forças evolutivas, involutivas e neutras da Natureza; porém, ocorreu a este velho sábio a idéia de definir as duas primeiras com os termos "Bem" e "Mal". Às forças de tipo Evolutivo chamou "boas", e às forças involutivas batizou com o termo "más", às forças Neutras não deu nome algum. Ditas forças se manifestam dentro do homem e na Natureza, sendo a força Neutra o ponto de equilíbrio e de apoio.

Muitos séculos depois da submersão da Atlântida com sua famosa Poseidonis, da qual fala Platão em sua "República", existiu na civilização oriental Tiklyamisiana um sacerdote antiqüíssimo, que cometeu o erro gravíssimo de abusar dos termos "Bem" e "Mal", utilizando-os estupidamente para basear neles uma Moral. O nome deste sacerdote foi Armanatoora. Com o decorrer da história através dos inumeráveis séculos, a humanidade se viciou com estas palavrinhas e as converteu no fundamento de todos os seus Códigos orais. Hoje em dia estas duas palavrinhas são encontradas até na sopa".

Samael Aun Weor: "Educação fundamental".

Sobre a Atlântida desenvolveu-se uma grande raça de gigantes: tinham corpos de até três metros de estatura, por isso é que a lenda dos séculos nos fala de "Briareu", (o dos cem braços); uma verdadeira raça de ciclopes. Esta raça chegou a ter uma civilização poderosa, milhões de vezes mais poderosas que a nossa. A raça Atlante teve suas quatro estações. Teve sua Primavera, ou seja, sua Idade de Ouro; então não existiam fronteiras, tudo era amor, a inocência reinava sobre a face da Terra. As pessoas sabiam tocar a Lira e estremeciam o Universo com suas melodias; então realmente a Lira ainda não havia caído feita em pedaços sobre o pavimento do Templo. Aqueles que governavam a Atlântida eram Reis Divinos, Reis Sagrados, que tinham poder sobre o Fogo, o Ar, a Água e a Terra, sobre tudo o que é, foi e será.

Mais tarde reinou a Idade da Prata, durante a qual tudo pareceu decrescer, no entanto, todos os homens continuavam comunicando-se com os Seres Inefáveis (os Anjos do Cristianismo).

Quando chegou a Idade de Cobre, a Luz se obscureceu; já não havia os esplendores de antes; começaram a estabelecer-se fronteiras, iniciaram-se as guerras, nasceram os ódios, os egoísmos, as invejas, etc., e por fim chegou a Idade Negra, a Idade de Ferro: obviamente a Idade de Cobre foi a precursora da Idade de Ferro Atlante. A Idade de Cobre foi o outono, e a Idade de Ferro, o inverno.

Na Idade de Ferro os Atlantes desenvolveram uma poderosa civilização; criaram foguetes atômicos que podiam viajar não só à Lua, mas também a Mercúrio, Vênus, Marte e, em geral, a todos os Planetas do Sistema Solar.

Eu vivi na Atlântida e posso dar testemunho disso. Em uma daquelas cidades havia um cosmoporto maravilhoso; desse cosmoporto saíam naves cósmicas, foguetes atômicos, para um ou outro planeta do Sistema Solar. Agradava-me chegar a uma espécie de Caravansin - assim se chamavam os restaurantes daquela época - e dali contemplávamos, através de grandes janelas de vidro, todo o cosmoporto. Agradava-me ver como saíam esses foguetes rumo à Lua. No princípio isto causa grande assombro, e se ouviam os gritos das multidões; depois, tornou-se muito comum.

Na Atlântida houve uma civilização da qual nem remotamente suspeitam os seres humanos hoje em dia. As casas eram sempre rodeadas de muros, de muralhas, e tinham jardins na frente e atrás. O continente Atlante se estendia até ao Sul, e os locais mais elevados até ao Norte; suas montanhas excediam em grandeza, elevação e número a todas as que existem atualmente. Os leões puxavam as carruagens. Vocês vêem os leões de hoje em dia, furiosos e terríveis, pois na Atlântida os leões serviam como animais de tração, puxavam os carros em que andavam os reis e alguns cidadões. Esses animais na época eram domésticos. Os cães eram maiores, enormes; agora são pequenos; naquela época eram mastodontes. Serviam para defender as casas dos cidadãos, eram furiosos. Os cavalos também existiam, porém eram gigantescos. Havia elefantes enormes, os mamutes, antecessores dos elefantes, que abundavam nas selvas e montanhas, eram enormes.

Os Atlantes aprenderam a "desgravitar" os corpos à vontade. Com um pequeno aparelho que cabia na palma da mão podiam levitar qualquer corpo, por mais pesado que fosse. Os Atlantes especialistas em transplantes, não só transplantaram vísceras como o coração, rins, pâncreas, etc., mas aprenderam também a transplantar cérebros. Isto de transplantar cérebros foi já o cume da ciência dos transplantes; assim, houve indivíduos que puderam continuar vivendo em corpos diferentes e sem interrupção, transplantando seus cérebros de um organismo a outro. A ciência dos Atlantes foi formidável; ainda existem cavernas secretas nos Himalaias onde se conservam certos aparelhos mecânicos que podem transmitir telepaticamente o conhecimento a quem o deseje. Não necessitavam, pois matutar muito para adquirir conhecimento. No campo da física nuclear, conseguiram a iluminação atômica de forma maciça. Todas as cidades usavam a iluminação atômica: os campos eram iluminados pela energia nuclear, suas casas pela energia atômica.

As lâmpadas atômicas iluminavam os palácios e os templos de "Paredes Transparentes". Bem sabemos que existem certas cavernas na Ásia onde ainda se conservam lâmpadas atômicas que pertenceram aos Atlantes. No terreno da mecânica, posso assegurar-lhes que seus automóveis não só eram anfíbios, mas também podiam voar pelos ares e eram movidas as energias nucleares (extraiam a energia não somente do urânio do rádio, mas de muitos outros metais, e de muitos grãos vegetais também, e lhes saía muito barata). Em matéria de navegação aérea, tiveram naves mais poderosas que as atuais: verdadeiros barcos voadores, que também eram movidos a energia nuclear. Os Atlantes aprenderam também a utilizar a energia solar, o pior de tudo foi que desenvolveram poderes mágicos para o mal. Além de cientistas, eram magos; chegaram a construir um robô e dotá-lo de um princípio inteligente; conheciam bem os elementais do Fogo, do Ar, da Água e da Terra.

Para eles os Elementais da Natureza, isso que os contos infantis chamam de Fadas, Salamandras, Silfos, Sereias, Ondinas e Gnomos, eram uma tremenda realidade. Ainda possuíam o sentido da clarividência. É óbvio que com este sentido podiam ver perfeitamente não só o mundo tridimensional de Euclides, mas também a quarta coordenada, a quinta, a sexta e até a sétima. Então se apoderavam de qualquer dessas criaturas (Elementais), invisíveis para os sentidos comuns, e as colocavam dentro de seus robôs. Tais robôs de fato se converteram em seres inteligentes que serviam aos seus senhores, podendo informá-los sobre os perigos que se aproximavam e sobre múltiplas coisas da vida prática em geral.

Os Atlantes foram enormemente adiantados, existia uma Universidade Atlante maravilhosa, quero me referir, de forma enfática, à Sociedade Akaldana, uma verdadeira universidade de sábios. Estes estudaram a "Lei do Eterno Heptaparaparshinock" (A Lei do Sete) de forma maravilhosa; aprenderam a concentrar os raios solares para faze-los penetrar determinadas câmaras, sabiam transformar as sete cores do prima solar, ou seja, retirar a "positiva" dos raios do prisma solar. Uma coisa é ver as sete cores prismáticas, e outra são transformá-las de forma positiva, retirar a "positiva" dessas sete cores. Os cientistas modernos estudaram as sete cores fundamentais do espectro solar, mas não tiraram a "positiva" dessas sete cores. Os sábios Atlantes sabiam retirar a "positiva real" das sete cores do prisma solar, e com esta, realizavam verdadeiros prodígios.

Recordo, com efeito, o caso dos sábios chineses que fizeram experimentos (também no estilo Atlante) com as sete cores do espectro solar, retirando a "positiva", por exemplo, das sete cores, puseram ópio diante de um raio colorido, e então viram como o ópio se transformava em outras substâncias. Colocaram um pedaço de bambu, umedecido em determinada substancia de uma cor azul, por exemplo, (positivo do espectro solar, não negativo) e se viu como esse bambu se tingia firmemente com a cor azul... Fez-se passar, por exemplo, o som (a nota Dó, Ré, ou Mi) em combinação com determinada cor, e viu-se como a nota alterava a cor, dava-lhe outra cor completamente diferente. Usaram-se os sete raios, em sua forma positiva, para realizar prodígios no continente Atlante; estudou-se a fundo a "Lei do Eterno Heptaparaparshinock".

Um sábio Atlante, que usava leite de cabra mesclado com resina de pinho sobre uma placa de mármore, viu como, ao decompor-se aquele leite com a resina, formavam sete capas distintas e foi induzido a estudos a Lei do Sete. O rito mais poderoso da Atlântida foi o de Deus Netuno. Este Deus governou sabiamente a Atlântida, chegou a tomar corpo físico na Terra, viveu na Atlântida e escreveu seus preceitos nas colunas do Templo. Era de admirar-se, e merecia ser visto, o templo sacratíssimo deste Deus Santo. As paredes e muros prateados do Templo assombravam por sua beleza, e as cúpulas e os tetos eram todos de outro maciço da maior pureza. O marfim, a prata, o ouro e o latão luziam no interior do Templo de Netuno, como todos os régios esplendores dos antigos tempos. A gigantesca escultura sagrada do tão venerado e sublime Deus Netuno era toda de ouro puro.

Aquela inefável estátua misteriosa, montada em seu belo carro puxado por exóticos corcéis, e a respeitável corte de cem Nereidas infundiam na mente dos devotos atlantes profunda veneração.

Antigas tradições afirmam que os Atlantes tiveram, além disso, um metal mais precioso que o ouro, o famoso "orichalcum (oricalco). O culto a Netuno foi famosíssimo, assim como o dos Elementais das Águas, os das Sereias do imenso mar, os das Nereidas e os dos Gênios do oceano. Foi uma época extraordinária, Neutniana, Amenina, antiqüíssima, que vinha de um remoto passado".

Deixe sua mensagem
Recomende este site e faça um amigo feliz!

Livraria Virtual

Alquimia do Amor

No Coração do Mestre

Autor: Cláudio Carone
220 págs.
formato 14x21 cm,
Ed. Agni
Comprar livro

Logos, Mantra e Teurgia

Logos, Mantra e Teurgia

Autor: Samael Aun Weor
80 págs
formato 14x21 cm
Editora Michael
Comprar livro

O Vôo da Serpente Emplumada

O Vôo da Serpente Emplumada

Autor: Armando Cosani
170 págs
formato 14x21cm.
Editora Michael.
Comprar livro

Cursos em CD ROM

Espelho Mágico

O Espelho Mágico

CD ROM
Multimidia
Video aulas
Ritual e preparação do Espelho Mágico
Comprar CD ROM

Curso de Magia Elemental

Curso de Magia Elemental

CD ROM
Multimidia
Video aulas
Viagem Astral
Comprar CD ROM

Busca Completa Gnosisonline.org
© 2008 - GNOSISONLINE.ORG - 45° da Era de Aquário

Layout e Atualizações realizadas por Khaueh Produções Artísticas