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Gnosisonline > A Arte Superior > Mistérios Maias de Copan Mistérios Maias de Copan
Elas nos “falam” de uma cultura extraordinária, esotérica, única em sua espécie. Sua sabedoria nos ajuda no estudo e prática do sagrado Conhecimento e nos Mistérios da Iniciação. A sucessão de descobertas arqueológicas, a partir do século 19, indica o desenvolvimento de uma das mais notáveis civilizações do Novo Mundo, com arquitetura e escultura bastante elaboradas. Sem dúvida nenhuma, essa civilização baseou-se nos conhecimentos das culturas esotéricas arcaicas, anteriores mesmo ao século 10º a.C. Porém foi a decifração dos ideogramas da escrita maia que permitiu reconstituir parcialmente a história desse povo magnífico.
No apogeu da civilização maia, por volta de 500 d.C., Copán era uma cidade de sacerdotes, onde praticamente todas as atividades estavam ligadas ao autoconhecimento e à auto-realização espiritual. Ela chegou a ter cerca de 20 mil habitantes, mas seu epicentro era exclusivo aos Iniciados e Iniciadas, que se abrigavam nos Templos para terem uma vida relativamente monástica, disciplinada, para suas práticas espirituais mágicas e de meditação. Estudos de Samael Aun Weor Sobre os Monumentos de Copán O Venerável Mestre Samael, o fundador da Sabedoria Gnóstica moderna, escreveu um interessante livro intitulado Os Mistérios Maias, decifrando, entre outros, os significados artísticos, arquetípicos e espirituais de cada monumento de Copán. Vejamos as explicações do VM Samael sobre algumas obras maravilhosas de Copán. Textos relacionados com este assunto:
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MaiasA civilização maia habitou a América Central nos atuais Belize e Guatemala, e no Iucatã ao sul do México, com uma rica história de 3000 anos, tratando-se de uma cultura mesoamericana pré-colombiana. Contrariando a crença popular, o povo maia nunca "desapareceu", pois milhões ainda vivem na mesma região e muitos deles ainda falam alguns dialetos da língua original. Este artigo discorre principalmente sobre a civilização maia antes da conquista espanhola. OrigemEvidências arqueológicas mostram que os maias começaram a edificar sua arquitetura cerimonial há 3000 anos. Entre os estudiosos há um certo desacordo entre os limites e diferenças entre a civilização maia e a cultura meso-americana pré-clássica vizinha dos olmecas. Os olmecas e os maias antigos, parecem ter-se influenciado mutuamente. Os monumentos mais antigos consistem em simples montículos onde construíram tumbas funerárias, precursoras das pirâmides erigidas mais tarde. Eventualmente, a cultura olmeca ter-se-ia desvanecido depois de dispersar a sua influência na península de Iucatã, na Guatemala e em outras regiões. Os maias construíram as famosas cidades de Tikal, Palenque, Copán, e Kalakmul, também Dos Pilas, Uaxactún, Altún Ha, e muitos outros centros habitacionais na área. Desenvolveram um império baseado na agricultura depois de uma longa fase de cidades-estado independentes. Os monumentos mais notáveis são as pirâmides que construíram em seus centros religiosos, junto aos palácios de seus governantes. Outros restos arqueológicos muito importantes são as chamadas estelas (os maias as chamam de Tetún, ou “tres piedras”), monolitos de proporções consideráveis que descrevem os governantes da época; sua genealogia, seus feitos de guerra e outros grandes eventos, gravados em caracteres hieroglíficos. Os maias participavam ativamente no comércio em toda a Mesoamérica e possivelmente além. Entre os principais produtos do comércio estavam o cacau, o sal e a obsidiana. |
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